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Bolsas da Ásia fecham com ganhos, depois de uma 2ª feira no vermelho

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As bolsas de Hong Kong, Sydney, Seul, Taipé e Tóquio fecharam com ganhos esta terça-feira. A China fechou “mista”. Os analistas continuam a considerar que é “limitado” o efeito dos atentados de Paris nos mercados financeiros

Depois de uma segunda-feira no vermelho, com perdas de 1,29% no conjunto das bolsas da Ásia Pacífico, os mercados financeiros fecharam naquela região com ganhos esta terça-feira.

A liderança nas subidas registou-se na bolsa de Sydney, com o índice ASX 200 a fechar com um ganho de 2,29%. A importante bolsa de Tóquio fechou com avanços de 1,22% no índice Nikkei 225 e de 0,93% no TOPIX. As bolsas de Taipé e de Seul registaram também subidas com os índices de Taiwan e KOSPI com ganhos de 1,5% e 1,06%.

Na China, a situação foi “mista”. O índice A50 subiu 0,24%, mas o índice Xangai composto resvalou para perdas ligeiras de 0,06% e o índice CSI 300 (das 300 principais cotadas em Xangai e Shenzhen) caiu 0,15%. O índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong fechou a subir 1,15%. Na Bolsa de Bombaim, os índices indianos BSE Sensex e Nifty 50 estavam em terreno positivo.

Os analistas continuam a considerar que os efeitos dos atentados terroristas de Paris da passada sexta-feira estão a revelar-se “limitados” nos mercados financeiros. Na segunda-feira, o índice mundial MSCI fechou com um ganho de 0,63%, depois de, nas duas sessões anteriores, na semana passada, ter acumulado perdas de 2,2%. Na segunda-feira, o índice MSCI para a Europa fechou a subir ligeiramente, registando um ganho de 0,15%, mas o índice MSCI para os Estados Unidos avançou 1,47%. No entanto, os economistas do Barclays sublinharam esta terça-feira em Londres que o risco geopolítico para o andamento da economia global aumentou depois da sucessão de atentados contra o avião russo no Egito, em Beirute e em Paris.

Como sublinhava na segunda-feira Andrew Ross Sorkin, no jornal "The New York Times", o impacto negativo de um atentado terrorista marcante tem de ser avaliado para além dos mercados bolsistas e do imediato.

  • Zurique, Milão e Paris fecharam em terreno negativo, ainda que com perdas ligeiras. Resto das importantes praças financeiras europeias encerraram com ganhos. PSI 20 em Lisboa subiu 0,73%. Bolsa de Chipre foi a que registou ganhos mais elevados, de quase 1,5%

  • A Bolsa de Hong Kong liderou as quedas, mas Tóquio marcou o dia face à queda da economia japonesa em recessão no terceiro trimestre do ano. China recebe a notícia de que o FMI vai integrar a moeda chinesa no cabaz da sua unidade de conta