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Operação da Portugália vai manter-se

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O aeroporto Sá Carneiro, no Porto, tem sido o mais afetado pela greve dos pilotos da TAP e da Portugália

José Coelho/Lusa

A TAP vai manter a Portugália, com 16 aviões, que serão renovados, anunciaram esta sexta-feira os novos donos da companhia

Na reunião com os trabalhadores na sede da TAP, no dia seguinte à privatização da empresa, os novos donos anunciaram que a operação da Portugália permanecerá ativa, enquanto companhia regional, ligando as cidades médias e mais pequenas.

Humberto Pedrosa e David Neeleman garantiram que também a frota da companhia será renovada, mas não avançaram um calendário para o efeito. Mais envelhecida do que a da TAP, a frota da Portugália esteve para ser renovada em 2015, mas foi um dos investimentos que o grupo travou no final do ano passado, na mesma altura em que também anunciou a interrupção das ligações para Belgrado (Sérvia), São Petersburgo (Rússia) e Tallin (Estónia), três das novas 11 rotas que lançara no verão anterior.

Ainda em junho, depois de ter assinado o acordo de venda da TAP, o consórcio Atlantic Gateway dizia não ter nenhuma decisão sobre a Portugália, companhia que o grupo TAP comprou por 140 milhões de euros em 2006. Em 2011, numa entrevista ao Expresso, Fernando Pinto, presidente executivo da TAP, afirmou que, desde a aquisição, o grupo teve ganhos 40 milhões de euros por ano com as sinergias obtidas.

Uma certeza para já, prometem os novos donos, a Portugália é para manter.