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China provoca reviravolta na Europa. Bolsas deslizam para o vermelho, mas queda do PSI 20 abranda

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Depois de uma abertura quase generalizada com ganhos, a digestão do anúncio da continuação da descida da inflação na China em outubro provocou esta terça-feira um choque nas bolsas europeias. Atenas, Nicósia, Lisboa e Estocolmo lideram quedas. Milão é a exceção

Jorge Nascimento Rodrigues

A confirmação de um processo de descida da inflação na China desde agosto, com a divulgação em Pequim de uma variação de preços no consumidor de 1,3% em outubro, provocou uma reviravolta durante a manhã desta terça-feira na Europa quando o número começou a ser “digerido”, dizem analistas. O mesmo número provocou na Ásia uma maré vermelha com um recuo de 0,6% do índice MSCI para a região. Os futuros em Wall Street mantêm-se no vermelho.

Depois de uma abertura quase generalizada das bolsas europeias registando ganhos – com exceção de Lisboa -, a maré virou. A exceção ao vermelho continua a ser Milão, cujo índice MIB regista ganhos de 0,41% pelas 11h30 (hora de Lisboa).

A liderar as quedas estão as bolsas de Atenas, com o seu índice principal a cair mais de 2%, de Lisboa, com o PSI 20 a descer mais de 1%, de Nicósia, com o índice cipriota a recuar 1,73%, e de Estocolmo, com o índice a perder 1,4%. No caso do PSI 20, a queda inicial que chegou a mais de 2%, abrandou depois das 10h.