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Juros da dívida na zona euro disparam após sinal de que a Fed vai subir taxas de juro

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Os juros das obrigações dos membros da zona euro deram um salto no mercado secundário a partir do conhecimento do relatório sobre o aumento do emprego não-agrícola nos EUA em outubro e do disparo da probabilidade de início da subida de taxas de juro pela Reserva Federal em dezembro. Juros das Obrigações do Tesouro em 2,7%

Jorge Nascimento Rodrigues

As yields da dívida obrigacionista dos membros da zona euro no mercado secundário deram um salto a partir das 13h30 (hora de Portugal), após a divulgação do muito esperado relatório sobre o emprego não-agrícola em outubro nos Estados Unidos, que revelaria um aumento substancial, o que provocou, de imediato, um disparo para 72% da probabilidade da Reserva Federal norte-americana (Fed), o banco central, iniciar já na reunião de dezembro o processo de início da subida das taxas de juro.

Pelas 14h30, as maiores subidas de yields de dívida na zona euro, no prazo de referência, a 10 anos, registavam-se para as Obrigações do Tesouro português (OT) e para as obrigações espanholas, com um aumento de oito pontos base em relação ao fecho de quinta-feira. As yields das OT naquele prazo subiram para 2,7%, o nível mais elevado desde 17 de setembro.

Fora da zona euro, as yields dos títulos do Tesouro norte-americano, no prazo de referência, subiram sete pontos base para 2,32%.