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Xangai e Tóquio puxam pelas bolsas na Ásia. Europa abre “mista”

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Os índices nas bolsas de Xangai e Tóquio continuam a registar ganhos pelo segundo dia consecutivo. Resto da Ásia Pacífico fecha no vermelho. Na Europa, Frankfurt, Londres, Madrid e Milão negoceiam no vermelho, enquanto Paris e Zurique registam ganhos.PSI 20 lidera as descidas

Jorge Nascimento Rodrigues

A Ásia Pacífico fechou “mista”, mas com as bolsas chinesas e nipónica a encerrar com ganhos pelo segundo dia consecutivo. Na China, o índice composto de Xangai ganhou 1,83%, o CSI 300 (das 300 principais cotadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen) encerrou a subir 2,13% e o A50 registou um avanço ainda maior com 3,01%. Em Tóquio, o índice Nikkei 225 ganhou 1% e o TOPIX subiu 0,95%.

No resto da região, as bolsas fecharam no vermelho, com Sidney a liderar as descidas, com o índice ASX 200 a cair 0,94%. O Hang Seng, de Hong Kong, e o índice da bolsa de Taipé, em Taiwan, fecharam ligeiramente abaixo de 0%. Na Bolsa de Mumbai, que ainda não fechou, os índices estão no vermelho com quedas próximas de 1%.

A Ásia Pacífico, no conjunto, já registou dois dias consecutivos de ganhos durante esta semana, com uma subida do índice MSCI em 0,45% a 3 de novembro e 0,91% no dia seguinte, depois de uma queda de 1,12% na segunda-feira.

A Europa abriu “mista”, com a maioria das principais bolsas no vermelho pelas 9h, com exceção de Paris e Zurique. Na bolsa de Frankfurt o impacto do segundo escândalo da VW continua a fazer sentir-se. O ministro dos Assuntos Económicos referiu esta quinta-feira que as ordens de encomenda para a indútria alemã recuaram 1,7% entre setembro e outubro, estendendo a queda pelo terceiro mês consecutivo, o maios período em quatro anos. O índice PSI 20, da Bolsa de Lisboa, lidera as descidas com uma quebra de mais de 1%.

Depois das declarações de Janet Yellen, presidente da Reserva Federal norte-americana, perante o Congresso na quarta-feira e do disparo da probabilidade do início da subida da taxa de juros na reunião de dezembro para 60%, caindo depois para 56% no final do dia, as bolsas europeias e dos Estados Unidos registaram perdas no fecho de ontem, com os índices MSCI a perder 0,3% e 0,32% respetivamente.

  • As declarações de Mario Draghi, presidente do BCE, na terça-feira tinham animado os mercados financeiros na Europa. Esta quarta-feira, uma frase de Janet Yellen, presidente da Reserva Federal, perante o Congresso norte-americano deu um balde de água fria. Só os juros das obrigações portuguesas e gregas mantiveram descida