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Cimpor. Trabalhadores propõem reconversão em vez de despedimento

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A Comissão de Trabalhadores (CT) da Cimpor vai defender na reunião de hoje com administração a reconversão como alternativa ao despedimento coletivo

Depois de duas reuniões inconclusivas, a Comissão de Trabalhadores (CT) da Cimpor considera que a reunião de hoje com a administração da empresa será decisiva para o futuro dos 25 funcionários alvo de despedimento coletivo. A CT vai voltar a defender a reconversão dos trabalhadores como alternativa ao despedimento.

A CT já defendera a reconversão e reclassificação de alguns dos funcionários alvo de despedimento nas anteriores reuniões por considerar que a empresa tem condições para os manter ao seu serviço, noutras funções. Mas, hoje vai formalizar e detalhar a sua pretensão.

Fátima Messias, elemento da CT, disse à agência Lusa que o encontro de hoje “pode não ser definitivo mas será certamente decisivo para os trabalhadores abrangidos pelo despedimento coletivo”.

A cimenteira anunciou em outubro um processo de reestruturação que afetará 1% dos seus trabalhadores, avançando em Portugal com um despedimento de 25 funcionários. A empresa justificou este despedimento com a "desaceleração económica” registada nos principais mercados.

A CT da Cimpor representa 13 dos trabalhadores abrangidos pelo despedimento, por pertencerem à Cimpor Indústria, que emprega cerca de 370 pessoas.Os restantes trabalham em empresas do grupo, mais pequenas, que não têm comissões de trabalhadores.