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Zona ribeirinha de Lisboa está na moda para as empresas

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A mudança da EDP para a nova sede, na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, totalizou a ocupação de 13.900 metros quadrados

Alberto Frias

A zona de Santos, em Lisboa, atrai cada vez mais empresas, com a nova sede da EDP a liderar a tendência

Dos 35.330 metros quadrados de áreas de escritórios ocupados em setembro, na cidade de Lisboa, 40% situam-se na zona ribeirinha. Só a EDP, que mudou a sua sede para a zona de Santos, passou a ocupar 13.900 m2 na Avenida 24 de Julho, que trocou pelas antigas instalações na Praça Marquês de Pombal, no centro da capital.

De acordo com o relatório hoje divulgado pela consultora JLL, entre janeiro e setembro de 2015 foram colocados 105.164 m2 de espaços para escritórios na zona da Grande Lisboa, o que representa um crescimento de 37% face a igual período de 2014.

Outra das operações que marcou o sector, no passado mês de setembro foi a transferência de instalações do Banco de Portugal para a Rua Castilho (cerca de 7000 m2). Esta operação foi suficiente para fazer da chamada ‘zona prime’ (zona central de Lisboa) a segunda mais relevante para o mercado de escritórios, em setembro, concentrando 21% das transações.

Em termos acumulados desde janeiro até setembro, o ‘Corredor Oeste’ (que envolve a auto-estrada Lisboa-Cascais) mantém-se como o principal destino das empresas em 2015, com 20% do volume total das operações, seguido do Parque das Nações, com 15%.

A a maioria das operações concretizadas em setembro corresponde, segundo os analistas da JLL, a mudança de escritórios (75%), seguida da expansão de área (24%).