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Vento traz 2 mil milhões de euros num só mês

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José Carlos Carvalho

Fundos da China, Inglaterra e Austrália investiram recentemente em parques eólicos portugueses

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

De Espanha não vêm bons ventos... mas em Portugal há bons casamentos. O mercado eólico nacional está a revelar ser um porto seguro para investidores estrangeiros, que só no último mês fecharam negócios em torno de €2 mil milhões, adquirindo ativos correspondentes a quase um terço da capacidade instalada no país para produzir eletricidade a partir do vento.

O facto de o Governo ter dado como concluída a sua intervenção no sector elétrico, sem grandes perturbações para as empresas de energia eólica, permitiu o fecho, nas últimas semanas, de um leque de grandes transações. Longe da estratégia hostil do Governo espanhol para os produtores energéticos, Portugal está no radar de novos investidores.

A Magnum Capital, de João Talone, anunciou, no início deste mês, a venda da Iberwind (empresa em que detinha uma posição de 65%) por €1000 milhões. O comprador foi o grupo chinês Cheung Kong, que passa a controlar 15% da capacidade eólica instalada em território nacional. Antes, a Enel Green Power acordara a alienação de todos os seus ativos em Portugal à australiana First State Investments, por €900 milhões.

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