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Cimpor volta a encolher e avança com despedimento coletivo

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Cimpor volta a encolher e avança com despedimento coletivo

Tiago Miranda

Camargo Corrêa avança com um despedimento coletivo de 25 pessoas na Cimpor em Portugal. A maioria são quadros

Fustigada pela crise do sector da construção e já sem o centro de decisão em Lisboa, a Cimpor, controlada pelos brasileiros da Camargo Corrêa desde julho de 2012, tem avançado com cortes no número dos trabalhadores em Portugal desde então. Têm sido afetados sobretudo quadros administrativos e quadros de topo. Agora vai haver mais despedimentos e são, de novo, os trabalhadores mais qualificados convidados a rescindir o contrato.

A InterCement, empresa do grupo Camargo que detém a Cimpor, avançou na semana passada com uma proposta de despedimento coletivo de 25 funcionários, que afetará pessoas em Lisboa e na Maia. O despedimento ocorre num momento em que a Cimpor, focada nas exportações, apresenta uma ligeira melhoria dos resultados: as vendas ascenderam a €79,6 milhões no segundo trimestre, mais 6,9% do que no período homólogo.

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