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I&D nas empresas: um desígnio nacional

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Na atual conjuntura, é cada vez mais difícil para as empresas portuguesas diferenciarem-se positivamente e de forma competitiva. O seu crescimento depende, em larga medida, da capacidade evidenciada para criar ou melhorar produtos ou serviços, sendo as atividades de I&D uma aposta crucial nesta sede. Importa, assim, destacar medidas que estimulem a realização de projetos de I&D, promovendo a ligação da ciência e tecnologia à realidade empresarial e contribuindo para uma efetiva valorização económica dos resultados.

O Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE) poderá impulsionar tal desiderato, ao prever uma dedução à coleta do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas, até à sua concorrência, de um valor relativo às despesas elegíveis (na parte que não tenha sido objeto de comparticipação financeira a fundo perdido), numa dupla percentagem: taxas base (32,5% das despesas realizadas no ano) e incremental (50% do acréscimo das despesas realizadas, face à média dos dois anos anteriores, até ao limite de €1,5 milhões).

Para além do SIFIDE, os apoios financeiros do Programa Portugal 2020 poderão também potenciar os objetivos a alcançar. No caso das empresas, o incentivo para projetos de I&D, na maior parte dos casos a fundo perdido, resulta da aplicação às despesas elegíveis de uma taxa base de 25%, que pode ser incrementada.

Neste contexto, faça a sua aposta entregando as suas candidaturas até ao próximo dia 31 de julho. É que a I&D poderá (e deverá) ser, por todos, considerada como um dos nossos desígnios nacionais.

por Cláudia Boa Vista - Este projeto resulta de uma parceria entre o Expresso e a Deloitte

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