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Construtoras portuguesas em xeque

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A queda do petróleo precipitou uma grave crise na economia angolana que se alastra a todos os sectores de atividade

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Depois da entrada da China no mercado angolano, a crise financeira está agora a acentuar a ruína de muitas empresas portuguesas do ramo da construção civil

Gustavo Costa

Correspondente em Luanda

Despedimentos em massa, encerramento de empresas e regresso a Portugal de milhares de expatriados. Este é o quadro negro que ensombra o presente de centenas de empresas portuguesas em diversos ramos de atividade a quem o Estado angolano tem por liquidar avultadas dívidas acumuladas, em alguns casos, há mais de dois anos. A área da construção civil também não escapou aos efeitos deste ciclone.

Dono e senhor absoluto deste sector em Angola, ‘o império português’ começou lentamente a perder gás com a entrada das empreiteiras chinesas a este segmento de negócio. Com a chegada do gigante asiático, tudo mudou e o cartel formado em Angola pelas empresas portuguesas de construção civil foi, aos poucos, desmoronando-se como um baralho de cartas.

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