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Confiança dos consumidores em máximos desde junho de 2001

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O Instituto Nacional de Estatística explica que a confiança dos consumidores está a aumentar devido ao contributo positivo das perspetivas sobre a evolução da poupança e da situação financeira do agregado familiar, bem como da situação económica do país

O indicador de confiança dos consumidores aumentou em setembro, batendo máximos desde junho de 2001, enquanto o indicador de clima económico estabilizou pelo segundo mês consecutivo, divulgou hoje o INE.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) destaca que o indicador de confiança dos consumidores manteve "a tendência ascendente observada desde o início de 2013 e registando o valor mais elevado desde junho de 2001".

Já o indicador de clima económico, disponível até setembro, estabilizou pelo segundo mês consecutivo, tendo caído na indústria transformadora e no comércio, estabilizado na construção e obras públicas e aumentado ligeiramente nos serviços.

O instituto de estatísticas justifica o aumento do indicador de confiança dos consumidores com "o contributo positivo" das perspetivas sobre a evolução da poupança e das expectativas sobre a evolução da situação financeira do agregado familiar e da situação económica do país, "mais significativo no primeiro caso".

Já o indicador de confiança da indústria transformadora "diminuiu de forma ténue em setembro", devido "ao contributo negativo de todas as componentes", perspetivas de produção, apreciações sobre os 'stocks' de produtos acabados e relativas à procura global.

O indicador de confiança da construção e obras públicas manteve-se estável devido à "evolução positiva das perspetivas de emprego e da evolução negativa das opiniões sobre a carteira de encomendas", enquanto o indicador de confiança do comércio agravou-se ligeiramente no último mês, refletindo o contributo negativo das expectativas de atividade e das apreciações sobre o volume de vendas, "mais significativo no primeiro caso".

Pelo contrário, o indicador de confiança dos serviços "recuperou de forma ténue em setembro", devido ao comportamento positivo das opiniões sobre a evolução da carteira de encomendas e sobre a atividade da empresa, uma vez que as perspetivas sobre a evolução da procura agravaram-se, explica o INE.