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Portugal teve maior descida na zona euro

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O mercado imobiliário está novamente
em ebulição com o crédito a regressar a níveis pré-crise

Ana Baião

Taxas do crédito à habitação desceram 0,75 pontos, a maior descida em termos proporcionais da moeda única

Os portugueses estão novamente a correr ao crédito bancário? Julho foi o melhor mês em vários anos? Há cada vez mais vozes a avisar que podemos estar a voltar aos excessos do passado? É natural. As taxas de juro caíram a pique nos últimos tempos o que, a juntar ao reforço da confiança associada à recuperação da economia e à descida do desemprego, cria o caldo quase perfeito para muitas famílias voltarem a comprar casas, mas também outros bens duradouros, com destaque para os carros.

A taxa média dos novos contratos de crédito à habitação caiu para 2,25% em julho, segundo dados revelados esta semana pelo Banco de Portugal. No final do ano passado estava em 3%. Esta descida de 0,75 pontos percentuais corresponde a uma redução de 25% na taxa que foi a maior entre os países da zona euro nestes sete meses, de acordo com as últimas estatísticas do Banco Central Europeu (BCE). Chipre, com uma descida de 24,8% (1,09 pontos), e França, com 17,3% (0,45 pontos), ocuparam, respetivamente, a segunda e terceira posições no ranking das maiores reduções de taxas entre dezembro e julho.

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