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Portugal a caminho de se tornar uma ‘startuplândia’

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O ecossistema das startups é constituído por unicórnios, centauros e pequenos póneis

Paulo Buchinho

Parte do crescimento económico de alguns países assenta na nova vaga de empresas da economia digital. Portugal começa a estar no mapa mundial

João Ramos

João Ramos

Jornalista

Lisboa é uma das cidades europeias em ascensão na criação de startups de sucesso, considera o estudo ‘The Global Startup Ecosystem Ranking 2015’ elaborado pela consultora Compass. Porém, a capital portuguesa não faz parte do top 20 mundial que é liderado de forma destacada pelo Silicon Valley com 47% do total de ‘saídas’ (quando os investidores e fundadores ganham dinheiro com a venda da empresa). Nesta lista, dominada por cidades americanas (seguem-se Nova Iorque, Los Angeles e Boston), destaque para Telavive na 5ª posição e para o facto de haver apenas cinco urbes europeias: Londres (6ª posição), Berlim (9º), Paris, Amesterdão e Moscovo.

Apesar de a balança continuar a pender claramente para o outro lado do Atlântico, o Velho Continente começou em 2014 a dar cartas nesta espécie de corrida ao ouro. O número de ‘saídas’ bem-sucedidas de startups europeias, segundo a Tech EU, deverá ultrapassar as 600 este ano, acima dos 150 mil milhões de euros.

Se dúvidas houvesse sobre a saúde dos ecossistemas europeus de empreendedorismo, em 2014 conseguiram produzir 13 unicórnios — empresas tecnológicas de crescimento exponencial que valem mais de mil milhões de dólares —, segundo o relatório “European Unicorns: do they have legs?”, do banco de investimento inglês GP Bullhound. Nos Estados Unidos surgiram no ano passado 22 destas empresas ‘mitológicas’.

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