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Bolsa portuguesa sobe acima dos 1,55%

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Todas as cotadas estão a negociar em alta, com exceção da Teixeira Duarte. Pharol, BPI e Impresa destacam-se nos ganhos. Bolsas na Europa a subir

A Bolsa nacional iniciou a sessão desta quinta-feira em alta, com quase todas as cotadas a subirem a negociarem com mais de 1% de valorização. O PSI-20, principal índice bolsista, está a esta hora da manhã a subir 1,55%. Ontem, a sessão tinha encerrado em queda, perdendo o mesmo índice 0,76%, numa altura em que as perdas de algumas cotadas se destacavam, como a Mota-Engil. qie caiu 4,7%.

Esta manhã, apenas a Teixeira Duarte está a negociar no vermelho (-0,43%). A Impresa (detentora do Expresso, entre outros títulos) é a que mais sobe (2,825), negociando nos 0,729 euros. A Pharol (a antiga PT SGPS) está a crescer 2,45%, valendo cada título agora 0,251 euros. Segue-se a Altri, com sobe 2,29%, valendo cada ação 3,264 euros. Portucel e Sonae SGPS também valorizam acima dos 2%.

A tendência de subida é a mesma um pouco por toda a Europa, com as bolsas europeias a negociarem positivas, anumadas pelo desempenho de Nova Iorque e das praças asiáticas, apesar de se manterem os receios dos investidores sobre a economia da China. A menor imprevisibilidade do comportamento da bolsa grega também está a ajudar ao espírito mais otimista dos mercados.

Cerca das 08:20 em Lisboa, o Euro Stoxx 50 subia 0,81% para 3.224,80 pontos, com as principais praças europeias a variarem entre os ganhos de Milão (0,38%) e a subida de Atenas (1,26%). Londres recuperava 1,25%, Paris ganhava 1,15%, Frankfurt subia 1,08%, Madrid recuperava 0,57%.

Os investidores vão estar hoje atentos à reunião do Banco Central Europeu (BCE) em que não se espera que sejam alteradas as taxas de juro de referência, mas sobretudo à conferência de imprensa que dará o presidente do banco central, Mario Draghi, e em que se aguarda que possa vir a dizer qualquer coisa sobre o impacto a instabilidade na China sobre o crescimento da zona euro.

Além disso, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou hoje para que, se o programa de resgate grego falhar devido a incerteza política ou a algum cansaço reformista, “pode ressurgir o stress financeiro na zona euro”, o que merecerá também “uma atenção cuidada” por parte dos investidores, disseram analistas citados pela agência de informaação financeira Bloomberg.

Na véspera da reunião do G20, que começa na sexta-feira em Ancara, o FMI considera que “os riscos [para a atividade económica global] continuam do lado negativo" e alerta que "a materialização de alguns destes riscos iria implicar perspetivas de crescimento muito mais fracas”. Trta-se de mais um evento que estará na mira dos investidores, salientaram.

Entretanto, o preço do barril de petróleo Brent, para entrega em outubro, abriu hoje em baixa no Intercontinental Exchange Futures de Londres, a valer 50,33 dólares, menos 0,59% do que no encerramento da sessão anterior.

Na quarta-feira, o barril de crude Brent fechou no mercado de futuros de Londres em alta de 2,73%, para os 50,63 dólares.

O euro, por sua vez, manteve-se hoje estável na abertura do mercado de divisas de Frankfurt em 1,1234 dólares, contra 1,1233 dólares nas últimas horas de transação na Europa no dia anterior.