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TAP negoceia prazo de 7 anos com a banca

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Luis Barra

Nova ronda de renegociação da maturidade da dívida já arrancou

Ainda antes do desfecho final da venda de 61% da TAP ao consórcio Atlantic Gateway, a administração da companhia e os novos compradores estão a arrancar com uma segunda ronda de renegociação da dívida da empresa com a banca. A renegociação pressupõe o alongamento das maturidades da dívida bancária, que em dezembro do ano passado ascendia a 646,7 milhões de euros, dos quais 515,9 milhões com um prazo de pagamento inferior a um ano. A proposta que está em cima da mesa, de acordo com fontes próximas do processo, é a de prolongar a maturidade das dívidas por um período de sete anos, com condições idênticas para os bancos envolvidos, entre os quais o Deutsche Bank, o BCP, a CGD e o BIC.

A primeira ronda de reuniões começou em julho, cerca de duas semanas depois da assinatura do contrato de venda, e terminou no início do mês. E ao contrário do que que se pressupunha, esta ronda não contou com a participação da Parpública. Na nova ronda que agora começa, a holding estatal poderá ser chamada intervir, se necessário.

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