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Emigrantes já estão a processar Novo Banco

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Apesar da adesão à proposta do banco, emigrantes mantêm protestos

TIAGO PETINGA

Querem o capital que dizem que lhes foi garantido, os juros e exigem indemnizações. Disparam em várias direções

Ainda não se sabe bem quantos emigrantes lesados do Novo Banco vão entrar com ações judiciais. São investidores em papel comercial que recusaram a solução apresentada pelo banco. Não vão avançar apenas contra o Novo Banco mas também contra o BES (mau), o Fundo de Resolução, o Banco de Portugal (BdP) e o Estado português, afirmam ao Expresso os sócios fundadores das sociedades de Advogados Pereira de Almeida & Associados e Miguel Reis & Associados.

A data para aderirem à proposta que lhes foi feita termina na segunda-feira. Os emigrantes que já recusaram querem receber a totalidade do capital que aplicaram, os juros e exigem indemnizações por danos morais. Para já são quase 200. Um número reduzido face aos mais de 3500 que dizem ter sido enganados. Segundo fonte do Novo Banco, “a cerca de uma semana do final de agosto já tinham aderido à nossa proposta comercial mais de 50% em número de emigrantes e valor investido”. No total estão investidos 720 milhões de euros nos produtos Poupança Plus, Euro Aforro 8 e Top Renda.

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