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Bolsas europeias à boleia da Ásia

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Receio do abrandamento da economia chinesa não desapareceu, mas bolsas na Europa abrem a ganhar com subidas nas praças asiáticas

As bolsas na Europa estão esta quinta-feira a negociar em alta, ajudadas pelos ganhos das praças asiáticas e de Nova Iorque, apesar do receio dos investidores sobre o abrandamento da economia da chinesa não ter desaparecido.

Cerca das 8h15 horas em Lisboa, o índice Euro Stoxx 50 valorizava 1,65% para 3.224,23 pontos, com a generalidade das principais bolsas europeias a variarem entre os ganhos de 2,65% de Madrid e de 2,16% de Milão.

A única exceção entre as valorizações das principais praças europeias era Frankfurt, que sofria uma queda de 1,29%.
No entanto, Londres subia 2,42%, Paris recuperava 2,17%, Atenas valorizava 2,32% e Lisboa recuperava 2,29%.

“As bolsas europeias estão a ser favorecidas pelo comportamento positivo das praças asiáticas e pelas bolsas em Nova Iorque”, disse analistas citados pela agência de informação financeira Bloomberg.

Entretanto, o preço do barril de petróleo Brent, para entrega em outubro, abriu hoje em alta no Intercontinental Exchange Futures de Londres, a valer 44,19 dólares, mais 1,67% do que no encerramento da sessão anterior.

Na quarta-feira, o preço do barril de petróleo Brent fechou no mercado de futuros de Londres nos 43,46 dólares, mais 0,57% do que no fecho da sessão da véspera.

O euro desvalorizou-se esta quinta-feira no mercado de divisas de Frankfurt ao transacionar-se a 1,1349 dólares, contra 1,1401 dólares nas últimas horas de negociação na Europa, no dia anterior.

As bolsas na Europa poderão ainda ser influenciadas pela saída de alguns indicadores macroeconómicos, nomeadamente o índice de confiança em França e a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) de Espanha no segundo trimestre do ano.

Nos Estados Unidos serão ainda divulgados os novos pedidos de subsídio de desemprego na semana passada e indicadores sobre o mercado imobiliário, os quais são importantes para se conhecer a robustez do crescimento da maior economia do mundo.