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Regulador aéreo moçambicano espera saída da 'lista negra' da UE em 2016

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Presidente do Instituto de Aviação Civil de Moçambique diz que o país recebeu nota positiva nos últimos dois anos em seis auditorias feitas ao sistema aeroportuário e já satisfez as exigências impostas pela Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO).

O presidente do Instituto de Aviação Civil de Moçambique afirmou que o país espera sair da 'lista negra' do espaço aéreo europeu em 2016, assinalando que cumpriu a maior parte dos requisitos que levaram ao seu banimento.

"Houve um grande desenvolvimento em recursos humanos, em infraestruturas, em equipamentos, mas, logicamente, ainda não atingimos o pretendido. O desejável é que tenhamos 60 por cento de realização e estamos a caminho disso, e esperámos que em 2016 possamos sair da lista negra", disse João Abreu, citado hoje pelo Notícias, diário de maior circulação no país.

Abreu afirmou que o país recebeu nota positiva nos últimos dois anos em seis auditorias feitas ao sistema aeroportuário e já satisfez as exigências impostas pela Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO, na sigla em inglês).

"Perante a ICAO, já atingimos o patamar exigido, agora faltam as exigências dos europeus, mas aqui nem tudo depende das autoridades, os operadores (do transporte aéreo) também têm de demonstrar que devem sair da lista", acrescentou o director do Instituto Nacional de Aviação Civil.

As companhias aéreas moçambicanas estão proibidas de voar no espaço europeu há mais de cinco anos, por decisão da União Europeia (UE), devido a deficiências ao nível do sistema aeroportuário moçambicano.