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Onde tu fores eu vou lá estar, a patrocinar

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Revigrés e PT mais tituladas - a PT aqui representada num Sporting-Benfica da época 2005-06

João Carlos Santos

Bancos, operadoras de telecomunicões e empresas ligadas à construção têm sido os maiores patrocinadores de clubes desde a década de 1980. E a já desaparecida Maconde, que tantas lojas de roupa teve no país, foi também pioneira na comunicação da marca através de clubes de futebol.

Foi uma marca incontornável nas décadas de 80 e 90: era impossível falar de vestuário português sem referir a Maconde. Referência da confeção nacional, teve uma das maiores redes de lojas do país e uma faturação recorde de €130 milhões em 2000. Mas depois definhou, mudou de donos, acumulou dívidas, faliu e passou à história. Da moda e da economia. Mas também do futebol.

No período florescente da empresa, no início da década de 80, a Maconde não liderou apenas no universo estético. Foi também pioneira, em Portugal, na comunicação de marcas através de clubes de futebol.

Se hoje os adeptos portugueses estão habituados a ver os equipamentos dos seus clubes salpicados por marcas — à frente, nas costas, nos ombros e até nos calções — em 1982 essa prática pura e simplesmente não existia. Até ao dia em que a Maconde surgiu na parte da frente dos equipamentos do Varzim num jogo contra o Boavista, da 13ª jornada do Campeonato Nacional 82-83. Nesse dia, os poveiros ganharam 3-0; e os clubes portugueses ganharam uma nova fonte de rendimento.

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