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Lucros do Banco BIG aumentam 27% para €51,6 milhões no 1.º semestre

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a margem financeira do banco foi o único indicador financeiro consolidado que se degradou, passando os €11,9 milhões, entre janeiro e junho de 2014, para €10,7 milhões, no mesmo período em 2015

O Banco de Investimento Global (BIG) obteve um lucro de 51,6 milhões de euros no primeiro semestre do ano, um aumento de 27% relativamente ao período homólogo de 2014, anunciou esta quinta-feira a instituição.

Em comunicado, o Banco BIG refere que os resultados líquidos refletem “uma diminuição da margem financeira líquida devida à compressão dos ‘spreads’, comissões líquidas que mais do que duplicaram, um aumento dos resultados líquidos de tesouraria e mercado de capitais, e uma redução nos custos de funcionamento em 18%, relativamente ao mesmo período em 2014”.

Aliás, a margem financeira do banco foi o único indicador financeiro consolidado que se degradou, passando os 11,9 milhões de euros entre janeiro e junho de 2014 para 10,7 milhões de euros no mesmo período em 2015.

O produto bancário subiu 12,5% para os 138,3 milhões de euros e os resultados antes de impostos cresceram 26,5% para 92,7 milhões de euros.

No final do primeiro semestre de 2015, o total do ativo situou-se nos 1.600 milhões de euros, 19,6% acima do período homólogo em 2014, “devido a um aumento dos ativos remunerados”.

Os ativos sob supervisão, ou seja, os depósitos de clientes, ativos sob gestão e sob custódia, cresceram 33%, para os 2851 milhões de euros quando comparados com os do mesmo período de 2014.

O banco refere no comunicado que o ambiente operacional durante a primeira metade de 2015 “foi favorável durante o primeiro trimestre, que beneficiou por antecipação do início de compra de ativos (‘quantitative easing’) pelo Banco Central Europeu”, sendo que o segundo trimestre do ano “foi afetado pela volatilidade criada com as negociações com a Grécia, receios de um aumento da taxa de juro pelo Banco da Reserva Federal dos EUA, sinais de fraco crescimento na China, e de uma generalizada desvalorização dos títulos de Países Europeus periféricos”.