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Galp já tem a operar quatro plataformas petrolíferas no offshore do Brasil

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STEFERSON FARIA

O consórcio em que a Galp participa para extrair petróleo em águas ultraprofundas do mar brasileiro iniciou a operação do quarto navio-plataforma no campo de Lula-Iracema

A Galp já tem em produção o quarto navio-plataforma FPSO para extrair petróleo no campo offshore brasileiro de Lula-Iracema. Trata-se do FPSO Cidade de Itaguí, que entrou em operação no bloco BM-S-11, marcando o início da produção comercial de petróleo na área de águas ultraprofundas de Iracema Norte, no pré-sal da bacia de Santos. Em comunicado, a Galp informa que este navio-plataforma começou a operar “um trimestre antes do inicialmente previsto”.

O navio-plataforma FPSO Cidade de Itaguaí tem capacidade para processar até 150 mil barris de petróleo por dia, acrescidos de oito milhões de m3 de gás natural. Esta unidade dispõe de uma capacidade de armazenamento de 1,6 milhões de barris de petróleo.

O Cidade de Itaguí está “ancorado a uma profundidade de água de 2200 metros, a cerca de 240 km da costa, e será interligada a oito poços produtores e nove injetores”, explica a Galp.

O primeiro poço interligado à plataforma (o poço 7-LL-36A-RJS) tem um potencial de produção de cerca de 32 mil barris de petróleo por dia. “É esperado que o pico de produção seja atingido até ao início de 2017”, refere a Galp.

A esta unidade, deverão seguir-se mais duas no primeiro semestre do próximo ano - primeira destas duas será o FPSO Cidade de Maricá, “que já se encontra nos estaleiros da Brasa, em Niterói, em fase de conclusão”, refere a petrolífera portuguesa.

A Galp Energia, através da sua subsidiária Petrogal Brasil, detém uma participação de 10% no consórcio que explora o bloco BM-S-11, do qual faz parte a área de Iracema, cabendo 65% à Petrobras e 25% à BG Group.