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Oi deverá abster-se na decisão de processar ex-administradores da PT

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A Oi vai amanhã à Assembleia Geral da Pharol onde os acionistas irão decidir se avançam ou não com processo contra os antigos administradores da PT SGPS, mas deverá abster-se de votar

"A Oi está investida do direito de voto e irá exercer esse direito de voto na Assembleia Geral de amanhã", disse ao Expresso fonte daquela empresa brasileira de telecomunicações, referindo-se à reunião onde será decidido se a Pharol irá avançar com um processo judicial contra os administradores da PT SGPS em exercício nos anos de 2012 a 2014 e responsáveis pela aplicação ruinosa de 897 milhões de euros na Rioforte do Grupo Espírito Santo.

Porém, há fontes que admitem que muito provavelmente a Oi irá abster-se, até porque a operadora brasileira assumiu, num acordo, aprovado em setembro do ano passado, que não iria processar antigos administradores da PT.

A Pharol, agora liderada por Luís Palha da Silva, não abre o jogo sobre o nome dos administradores sob potencial alvo de processo, mas há vários ex-gestores da PT SGPS que poderão ser alvos: Zeinal Bava, ex-presidente executivo, Henrique Granadeiro, ex-presidente do conselho de administração, Luís Pacheco, ex-administrador financeiro (CFO), Amílcar Morais Pires, ex-administrador da PT e ex-CFO do BES, e Joaquim Goes, ex-administrador da PT e do BES.