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Lucro da Jerónimo Martins cresce 3% para €150 milhões

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Tiago Miranda

Vendas da dona do Pingo Doce aumentam 10% para os 6,6 mil milhões de euros no primeiro semestre. Polónia continua a ser o grande motor da operação do grupo

A Jerónimo Martins fechou o primeiro semestre do ano com um crescimento de 3% no seu resultado líquido, para os 150 milhões de euros. Segundo os dados divulgados esta quarta-feira pela empresa que detém o Pingo Doce, entre janeiro e junho deste ano as vendas geradas pelas várias insígnias do grupo cresceram 10%, para os 6,6 mil milhões de euros.

Para este desempenho continua a contribuir sobretudo a operação polaca da empresa: a cadeia de lojas Biedronka aumentou as suas vendas em 12% face ao período homólogo e representa já 68% das vendas totais da Jerónimo Martins.

Em Portugal, as vendas do Pingo Doce cresceram 4% e representam agora 24% da faturação total da empresa da família Soares dos Santos. Igualmente em alta estiveram as vendas da cadeia Recheio, que subiram 5% face ao período homólogo. As vendas desta insígnia representam 6% da faturação total do grupo.

Relativamente aos novos negócios da empresa, nomeadamente a insígnia de supermercados Ara, na Colômbia, e a rede de lojas de bem-estar Hebe, na Polónia, a Jerónimo Martins indica que as duas juntas "contribuíram com 103 milhões de euros" para as vendas consolidadas da empresa, o que traduz "um acréscimo de 40 milhões" face ao mesmo período de 2014.

Na análise aos indicadores do semestre, o presidente do conselho de administração da Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, refere no comunicado divulgado esta quarta-feira que estes resultados "revelam os efeitos positivos da estratégia que está em execução na Biedronka". E sublinha ainda que "o Pingo Doce e o Recheio continuam a registar um desempenho que supera o dos respetivos mercados em Portugal".