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Reestruturar, sim. Onde? Depende

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ARIS MESSINIS / AFP

Há cada vez mais defensores de um alívio à dívida grega, mas as propostas variam

“Passa a outro e não ao mesmo.” Parece uma brincadeira de crianças mas é, mais ou menos, o que está a acontecer com a dívida grega neste momento. Começa a haver cada vez mais vozes entre os políticos europeus e ocidentais a defender um alívio — seja na forma de uma redução nominal do valor (haircut, na designação técnica), seja numa outra forma mais benigna de reestruturação — mas a batata quente vai sendo trocada entre credores oficiais da Grécia.

O secretário do Tesouro dos EUA, Jack Lew, defendeu-o esta semana, pois a sua preocupação principal é a geopolítica e não um detalhe de 0,5% do PIB europeu a ser alocado aos gregos para pagarem até final de 2018 uma parte da dívida ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Banco Central Europeu (BCE). 

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