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“Adiámos o furo no mar do Algarve”

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“A prospeção de gás natural no mar do Algarve é um projeto importante para a Península Ibérica”, diz António Calçada de Sá

Marcos Borga

António Calçada de Sá Diretor-Executivo da Repsol em Portugal, Espanha, Itália e Peru

Na altura em que inicia a produção da maior jazida de gás natural da América Latina — o reservatório do campo Pérola, no offshore da Venezuela —, a Repsol decidiu adiar o primeiro furo que ia fazer no offshore do Algarve, que estava previsto para o último trimestre deste ano. Mas “a prospeção de gás natural na costa do Algarve não será descartada”, garante o diretor-executivo da Repsol, António Calçada de Sá.

P: O consórcio liderado pela Repsol vai efetuar o primeiro furo exploratório para avaliar as reservas de gás natural identificadas no subsolo da zona marítima do sotavento algarvio. Qual é a importância deste projeto para Portugal? 

R: É um projeto importante e está no nosso portefólio. Tem complexidade técnica, que precisa de ser muito bem avaliada. Deste consórcio, a Repsol tem 90% e a Partex tem 10%. Mas estamos com alguns atrasos relativamente ao calendário inicialmente previsto. Aliás, no mundo da exploração e produção petrolífera, os calendários não são nem podem ser rígidos. Há componentes técnicas e de licenciamento que têm de ser vistos. Este projeto mantém-se em carteira, mas está com atrasos. 

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