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Bolsa desce ligeiramente: banca desliza e BPI resiste

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DIVYAKANT SOLANKI / EPA

As bolsas europeias estão a negociar esta terça-feira em baixa ligeira (inferior a 1%), mas as perdas podem acentuar-se ao longo do dia

As bolsas europeias voltam esta terça feira a negociar em queda, desta vez ligeira, depois da forte correção da véspera. A bolsa portuguesa segue a tendência, desvalorizando 0,8%. Na segunda-feira perdera 5,2%, arrastada pela banca. O BPI, por exemplo, está a negociar abaixo do valor anterior ao lançamento da oferta do Caixabank(1,04 euros), apesar desta manhã estar a recuperar (0,5%).

Mas é provável que ao longo deste 30 de junho, dia em que Atenas não vai cumprir um pagamento ao FMI de 1,6 mil milhões de euros, os mercados europeus acentuem as perdas.

Na segunda-feira, em Lisboa, a banca foi dos sectores mais penalizados em toda a Europa. O BCP perdeu 11%, o BPI 8,5% e o Banif 8,8%. Na sessão desta terça-feira, o BPI recupera, mas  o Banif (-1,6%) e BCP (-0,4%) voltam a desvalorizar.

Impresa (2,5%), EDP Renováveis (1,5% ) e Sonae (1,3%) registam as maiores perdas, enquanto a Teixeira Duarte é a cotada que mais sobe (1,7%) depois de ontem ter perdido 8%.

Queda severa em Wall Street
Se a bolsa de Tóquio fechou com uma subida ligeira (0,6%), a de Nova Iorque encerrara segunda-feira em baixa clara, na sua pior sessão em 15 meses.

O efeito Grécia não se confina aos mercados europeus. O Dow Jones foi o índice menos fustigado, perdendo 1,95%. O Nasdaq desvalorizou 2,40%  e o S&P 500  2,09%. Esta foi a primeira vez em 2015 que o S&P variou mais de 2%, registando a queda mais forte desde abril de 2014.