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BPI resiste bem em dia de forte subida da bolsa

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A cotação do Banco Português de Investimento está em alta (3%), resistindo ao fim da OPA do Caixabank

As ações do BPI estão a recuperar (3%) depois da correção registada na última sessão. O otimismo que varre os mercados europeus e a bolsa de Lisboa (subidas da ordem dos 2,5%) ajuda o título do banco a inverter a trajetória de queda.

Quando em fevereiro, o Caixabank lançou a oferta pública de aquisição (OPA) a  a 1,329 euros, as ações cotavam  a €1,043. Este será, por enquanto, o novo referencial para as ações do banco, apesar do mercado acreditar que a retirada da OPA do banco catalão é apenas o fim de uma etapa de uma corrida longa que terá de conhecer um desfecho.

Depois da anunciada a OPA, as ações atingiram um máximo de 1,52 euros e permaneceram consistentemente acima do preço oferecido pelo Caixabank. Na altura, a convicção era a de que o banco catalão acabaria por subir a parada para convencer os acionistaa a vender, em especial a Santoro, de Isabel dos Santos. A família Violas, por exemplo, reforçou a sua posição, aplicando 16 milhões de euros, a preços próximos do valor da OPA.

A nova realidade conduziu a uma esperada correção da cotação. Na última sexta-feira as ações fecharam a valer 1.14 euros, depois de uma queda de 9%. A capitalização do BPI baixara para 1,6 mil milhões de euros, um terço do que vale em bolsa o BCP.

 Esta segunda feira, o BPI respira melhor, transacionando-se a 1,18 euros cada ação e ganhando 2,8%. Ainda assim, o BCP (5,7%) e o Banif (4,7%) registam melhores desempenhos, cavalgando a onda de otimismo. No fim da sessão os ganhos poderão ser ainda maiores.

Pharol (8%) e Mota Engil (6,7%) são as cotadas do PS-20 que mais sobem. A bolsa grega sobe 7%.