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Bancos centrais ameaçam com ressaca em 2016

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A Grécia não assusta Robert Parker, analista do Crédit Suisse. Pior é o fim dos estímulos monetários.

Pode ficar conhecido como o ‘triplo efeito’. O que vai acontecer nos mercados no próximo ano quando três bancos centrais estiverem a reduzir os estímulos monetários? Se a economia e a inflação estiverem num caminho de recuperação, o Banco Central Europeu (BCE), a Reserva Federal norte-americana e o Banco do Japão estarão num movimento de inversão face à situação atual. A situação na Grécia não preocupa, diz Robert Parker, o principal assessor de estratégia de investimento do Credit Suisse (CS). O que preocupa é como se vai desenrolar o novelo que está a ser fiado pelos bancos centrais. 

Isto porque Parker prevê que a Grécia vai ter de chegar a um compromisso com os credores e implementar reformas. E os credores terão de aceitar uma reestruturação da dívida grega. Além disso, o país terá de implementar controlo de capitais, à semelhança de Chipre, porque “a situação nos bancos gregos está a tornar-se muito séria”.

Leia mais na edição deste sábado.