Siga-nos

Perfil

Economia

Economia

Poço da Galp no Brasil confirma potencial de petróleo

  • 333

A Galp confirmou o potencial de petróleo leve nos reservatórios do pré-sal e a extensão para norte da descoberta de Carcará

FOTO HAIDAR MOHAMMED AL/AFP/GETTY

Empresa informou o mercado que o segundo poço na área de Carcará confirmou a viabilidade da exploração de petróleo.

Boas notícias para a Sonangol, Américo Amorim e restantes acionistas da Galp Energia. A empresa comunicou esta manhã, antes da abertura do mercado que a poço de Carcará Norte, na bacia de Santos, confirma a extensão da descoberta inicial.

Em comunicado, a Galp revela que "a perfuração do segundo poço na área de Carcará, localizado nas águas ultraprofundas da bacia de Santos, confirmou o potencial de petróleo leve nos reservatórios do pré-sal e a extensão para norte da descoberta de Carcará". O poço está localizado na área do Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) de Carcará, a cerca de 229 km do litoral do Estado de São Paulo, 4,6 km a norte do poço pioneiro e a uma profundidade de 2.072 metros.

Petróleo de boa qualidade
A perfuração "comprovou a extensão da descoberta de petróleo de boa qualidade (31 o API), em reservatórios carbonáticos de excelente qualidade, situados abaixo da camada de sal, a partir dos 5.820 metros de profundidade", informa a Galp Energia. Este poço, ainda em perfuração dentro da coluna de petróleo, "atingiu até ao momento 6.178 metros de profundidade e constatou uma coluna de petróleo com cerca de 358 metros em reservatórios contínuos e conectados", diz o comunicado.

Os dados de pressão obtidos "comprovam tratar-se da mesma acumulação do poço pioneiro". Após concluída a perfuração, está prevista a realização de um teste de formação para avaliar a produtividade dos reservatórios.

Em 2015, está programada a continuidade da perfuração do poço Carcará Noroeste, prosseguindo com as operações previstas no PAD. O Plano de Avaliação da descoberta de Carcará, está previsto terminar em março de 2018. 

A Galp Energia, através da sua subsidiária Petrogal Brasil, detém uma participação de 14% no consórcio que explora o bloco, liderado pelo Petrobás (operadora) com  66%.