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Cinco finalistas disputam ser o 'primeiro entre os seus pares'

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O júri e os finalistas. Da esquerda para a direita, em baixo: António Vieira Monteiro, Raquel Seabra, Estela Barbot e António Vitorino; e em cima: Luís Afonso Nunes, Ana Rita Carvalho, 
Francisco Pinto Balsemão, Carolina Monteiro, Francisco Mendonça e António Rodolfo Nona

Antonio Pedro Ferreira

Prémio Primus Inter Pares do Banco Santander Totta e do Expresso entrou na reta final. Júri já avaliou os cinco finalistas e o vencedor será conhecido a 29 de junho.

A 12ª edição do Prémio Primus Inter Pares (PIPP), uma iniciativa conjunta do Banco Santander Totta e do Expresso, está na fase final.

Os cinco finalistas foram, esta semana, avaliados pelo júri composto por Francisco Pinto Balsemão, António Vieira Monteiro, António Vitorino, Estela Barbot e Raquel Seabra (que se sagrou vencedora da 2ª edição do PPIP). O vencedor será conhecido a 29 de junho numa cerimónia no Pestana Palace Hotel, em Lisboa.

A disputar o primeiro lugar estão: Luís Afonso Nunes, 22 anos, licenciatura e mestrado em Economia no ISCTE Business School; António Rodolfo Nona, 23 anos, licenciatura em Gestão e mestrado em Finanças na Nova School of Business & Economics; Carolina Monteiro, 24 anos, licenciatura em Gestão e Engenharia Industrial e mestrado em Science in Business Administration no ISCTE Business School; Ana Rita Carvalho, 23 anos, licenciatura e mestrado em Engenharia Biomédica no Instituto Superior Técnico; e Francisco Mendonça, 22 anos, licenciatura em Economia pela Universidade do Porto e mestrado em Gestão na Nova School of Business & Economics.

O PPIP tem por objetivo descobrir jovens talentos nas áreas da Gestão, Economia e Engenharia e destina-se a recém-finalistas de cursos nestas três áreas.

Em jogo estão três MBA que serão pagos aos três primeiros classificados, com direito de preferência pelos dois melhor classificados. A escolha pode incidir sobre escolas estrangeiras (neste caso, é atribuída uma bolsa de 2.500 euros para despesas de deslocação e alojamento) ou nacionais, mas dois dos cursos têm que ser feitos em instituições portuguesas.

Leia mais na edição do Expresso de amanhã, dia 30 de maio.