Siga-nos

Perfil

Economia

Economia

O que nos diz o silêncio sobre o Montepio?

  • 333

Luís Barra

Banco de Portugal e CMVM não esclarecem cabalmente o que se está a passar no Montepio. Há um pacto de silêncio 
e investigações 
em curso

A separação de poderes entre o maior acionista, a Associação Mutualista Montepio Geral, e o banco, a Caixa Económica Montepio Geral, é irreversível. Mas nem tudo está devidamente esclarecido. O Expresso sabe que o Banco de Portugal (BdP) está a investigar se houve financiamento, mesmo que indireto, por parte do Montepio ou do Finibanco Angola para a compra de unidades do Fundo de Participação, que reúne os novos donos do Montepio.

Os detentores de unidades de participação (UP) conhecidos, além do próprio banco, são Paulo Guilherme (filho do construtor José Guilherme, que pagou uma ‘prenda’ de €14 milhões a Ricardo Salgado) com 6,7% e o angolano Eurico Sousa Brito com 5,42%. Além de muitos particulares, clientes do Montepio, que compraram UP quando foram emitidas no final de 2013. Do BdP, nem uma palavra. O supervisor não esclareceu nem afastou esta investigação.

Leia mais na edição deste fim de semana