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“É altura 
de acelerar 
os centros 
de decisão 
do pós-GES”

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António Bernardo, Membro do comité executivo mundial da Roland Berger

Luis Barra

António Bernardo pensa em mais do que em macroeconomia: também nas empresas.

A Portugal não basta pôr contas públicas em ordem, é preciso criar um desígnio estratégico e a Roland Berger até está disponível a trabalhar de graça com quem queira investir nisso. António Bernardo está à frente da Roland Berger em Portugal desde que abriu as portas, há 25 anos. Mas hoje tem assento no órgão de topo da multinacional e é presidente executivo em Portugal e nas regiões da América Latina e África (liderando pois também os escritórios do Brasil, Argentina e Angola e Moçambique). Nesta entrevista, defende a qualidade de gestão portuguesa.

P: A Europa permanece como um continente de fraco crescimento e elevada dívida. Como quebrar este enguiço?

R: A Europa, por diversos problemas, tem perdido o seu posicionamento na cena mundial. Continua a haver uma grande oportunidade mas é preciso uma nova visão mobilizadora.

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