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Banif quer vender em 2 meses o que não conseguiu em 2 anos

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Banif precisa de atrair um investidor para ficar com a posição do Estado

Nuno Fox/Arquivo

Será que o Banif vai conseguir vender o que precisa e ainda atrair um investidor para ficar com a posição do Estado até julho?

A tarefa não tem sido fácil para Jorge Tomé, presidente do Banif desde março de 2012. Quando assumiu a liderança do banco, o desafio era repor liquidez e capital, redimensionar o banco e, para isso, vender ativos. A pressão continua a ser muita. O Banif vai agora tentar vender em dois meses o que não conseguiu fazer em mais de dois anos. Será que Jorge Tomé vai conseguir vender a seguradora Açoreana, as participações em Malta e Cabo Verde e, em simultâneo, conseguir atrair investidores para substituir o capital que o Estado injetou no banco? Tudo isto de uma assentada só? 

Será difícil. A única venda que está efetivamente em curso é a do Banif Mais. Para os restantes ativos apenas existem intenções, embora a operação em Malta possa ser o ativo que se segue. Bruxelas aguarda por mais vendas, e em particular pelo reembolso do empréstimo e do capital injetado no banco, para dar luz verde ao seu plano de viabilidade.

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