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REN quer investir 1700 milhões de euros até 2018

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Na apresentação das suas contas trimestrais, a empresa presidida por Rodrigo Costa revela que a venda da sua participação na congénere espanhola Enagása permitiu aumentar o resultado líquido do trimestre

Jose Ventura

A gestora de infraestruturas de eleticidade e gás apresentou hoje, em Lisboa, o seu plano de investimentos aos mercados. Vai aplicar mais dinheiro nos projetos internacionais que no mercado nacional.

A REN, gerida por Rodrigo Costa, apresentou hoje, em Lisboa, aos analistas do mercado que seguem o sector da energia o seu plano estratégico até 2018, onde é privilegiado o investimento nos mercados externos, ao qual dedicará a maior fatia - 900 milhões de euros - no volume total previsto de 1700 milhões de euros.

Nos próximos três anos, a Redes Energéticas Nacionais (REN) pretende aplicar no mercado nacional um montante global de investimento da ordem dos 800 milhões de euros, repartido entre 500 a 550 milhões de euros para as redes elétricas e 200 a 250 milhões de euros para a infraestrutura de gás natural.

Para os projetos internacionais, onde se destacam os desenvolvimentos previstos para Moçambique na zona de Cahora Bassa, a REN aplicará 900 milhões de euros. O presidente executivo da REN explicou que os investimentos que serão efetuados entre 2015 e 2018 serão decisivos para a os resultados que a REN espera obter a longo prazo.