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Tomás Correia : "A auditoria especial ao Montepio não tem consequências patrimoniais"

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O presidente do Montepio diz que foram identificadas algumas deficiências na auditoria mandada fazer pelo Banco de Portugal. Umas já foram resolvidas e outras estão a ser

O presidente do Montepio anunciou hoje que a "auditoria especial realizada ao Montepio a pedido do Banco de Portugal (BdP) a 30 de outubro de 2013, não tem consequências patrimoniais", mas "há procedimentos e necessidades para resolver algumas deficiências que, umas já melhorámos e outras estamos a resolver".

Tomás Correia referia-se a um conjunto de auditorias a vários bancos como o BCP, Banif e, mais recentemente, o BES, a que se chamaram auditorias forenses.

O presidente do banco e da mútua afirma ainda que "as alegadas deficiências já foram objeto de melhorias" e recorda que esta incidia sobre créditos relativos ao período entre 2009 e 2012.

Acrescenta ainda que muitas das deficiências foram detetadas pelo controlo interno e já estão resolvidas. E que o BdP deu 30 dias para que comunicassem a eliminação dessas deficiências.

"Da auditoria não resultou qualquer processo de contraordenação ou de avaliação da idoneidade de nenhum dos membros do conselho de administração", acrescentou.