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Expansão das eólicas atrai 900 milhões de euros

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António Pedro Ferreira

Nos próximos cinco anos o reforço de parques existentes e a concretização de projetos de 2007 e 2008 deverão ampliar em 14% o mercado eólico nacional.

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

Os anos de forte impulso político às energias renováveis em Portugal já lá vão. No primeiro Governo de José Sócrates, os investidores ganharam acesso a uma carteira de 1800 megawatts (MW) de nova potência eólica. Entre os empresários atraídos pelos concursos eólicos, conta António Sá da Costa, houve quem fizesse “descontos brutais” sobre o preço de base para a venda futura de energia. “Fizeram-se perfeitas loucuras”, recorda o presidente da Apren — Associação de Energias Renováveis. Uma parte significativa dos parques está por fazer. Mas Sá da Costa acredita que nos próximos cinco anos a execução desses projetos e o reforço de potência de empreendimentos existentes irão atrair investimentos superiores a 900 milhões de euros.

O presidente da Apren espera que até 2020 sejam instalados quase 500 MW de potência eólica concedida a diversos promotores ao abrigo das fases B e C do concurso eólico do Governo de Sócrates. A fase A, ganha pela Eneop (que junta EDP, Enel Green Power e Generg), foi integralmente executada: o consórcio tinha 1200 MW atribuídos e conseguiu instalar até mais do que essa capacidade. Adicionalmente, prevê António Sá da Costa, os proprietários de parques eólicos já operacionais deverão realizar reforços de potência de cerca de 200 MW. 

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