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Mais de 1/3 das rendas dos bairros sociais em Lisboa ficaram por pagar em 2014

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Prédios municipais 
em Chelas, 
em Lisboa

José Ventura

A maioria dos devedores tem pelo menos dois anos de rendas em atraso. Novas regras agravam a situação.

São cada vez mais os finais do mês em que os agregados a residir em habitações de propriedade municipal em Lisboa ficam sem capacidade para pagar a renda da casa. Segundo o Relatório e Contas de 2014 da Gebalis (empresa municipal que gere cerca de 23 mil fogos da Câmara), o valor em dívida no ano passado ascendeu a 6,7 milhões de euros. Ou seja, 35,8% do que devia ter sido arrecadado, uns 18,8 milhões de euros.

Segundo o gabinete da vereadora Paula Marques, que tutela a Gebalis, “a maioria dos agregados com dívida de rendas deve pelo menos dois anos”. A autarquia não revela, contudo, o número de famílias devedoras.

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