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Dados de abril lançam o alerta sobre a recuperação da confiança

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A confiança dos consumidores portugueses caiu, interrompendo a subida contínua desde o início de 2013. O sentimento económico na zona euro também recuou.

Confiança. Uma palavra que faz toda a diferença na economia. Com ela, as famílias estão mais dispostas a consumir e os empresários a investir e a contratar trabalhadores. Sem ela, a tendência é de retração. Ora, o regresso gradual da confiança tem sido, há largos meses, “uma tendência observada em toda a Europa — com exceção da Grécia —, incluindo Portugal”, salienta Paula Carvalho, economista do BPI. “Os indicadores têm apresentado uma tendência bastante positiva, em alguns casos indicando o desagravamento de tendências (como o sentimento no sector da construção), noutros alcançando valores mais elevados, próximo dos alcançados antes da crise de 2008”, acrescenta.

Foi o resultado da conjugação de fatores como a queda dos preços do petróleo; a política monetária extremamente acomodatícia do Banco Central Europeu, levando à acentuada queda das taxas de juro e à melhoria das condições de financiamento para famílias e empresas; a desvalorização do euro, estimulando as exportações; e a envolvente financeira positiva, com a valorização dos ativos a potenciar o reforço da confiança de famílias e empresas.

Leia mais na edição deste fim de semana.