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Impresa com prejuízo de 2,8 milhões de euros no primeiro trimestre

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O grupo Impresa regressou aos prejuízos no primeiro trimestre de 2015. As receitas caíram 10,4% e o EBITDA afundou 82,5%. Redução das receitas de concursos com participação telefónica e perdas cambiais, devido à forte valorização do dólar, pesaram nos resultados. 

A Impresa registou um prejuízo de 2,8 milhões de euros nos primeiros três meses de 2015 face ao lucro de 1,2 milhões registado em igual período do ano passado.

A pesar nos resultados esteve uma quebra de 10,4% nas receitas, que desceram para 50 milhões de euros, bem como a forte valorização do dólar, explica o grupo. 

E apesar do corte de custos levado a cabo, o EBITDA do grupo proprietário da SIC e do Expresso afundou 82,5% para 1 milhão de euros.

"O primeiro trimestre foi fortemente marcado pela redução das receitas de concursos com participação telefónica que, só por si, representou 95% da redução global das receitas", diz a Impresa em comunicado.

As receitas de televisão caíram 11,3% e as de publishing recuaram 7,4%.

Na SIC, as receitas de publicidade caíram 2,4% para 19,8 milhões de euros.

O crescimento de 12,4% das receitas com canais de subscrição, impulsionado pelas vendas internacionais, não foi suficiente para contrariar a referida queda.

Mas apesar da quebra de resultados, o grupo conseguiu cortar em 3,6 milhões de euros a sua dívida líquida bancária para 191,1 milhões de euros.

E o grupo "mantém a expectativa de consolidar os indicadores operacionais, bem como continuar a redução do passivo remunerado". 

SIC com média de 19,2% de quota

A SIC terminou o primeiro trimestre com um 'share' médio de 19,2% e manteve a liderança no 'target' comercial, no universo dos canais generalistas, com 20,1% de 'share'. 

No horário nobre, a SIC manteve a liderança nos dois principais 'targets' comerciais, nos canais generalistas, com 24,4% e 25,4% respetivamente.

O 'Jornal da Noite' e a telenovela 'Mar Salgado' explicam o resultado alcançado, diz o grupo.

 No segmento de publishing, as receitas de publicidade desceram 0,4% para 5 milhões de euros, com um forte contributo da área digital a travar a descida. Esta área já representou 13,8% das receitas totais de publicidade do segmento.

 As receitas de circulação caíram apenas 1,1% destacando-se o aumento das vendas do jornal Expresso.​