25/05/2012 atualizado às 0:46
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Economia portuguesa vai abrandar em 2011

O Banco de Portugal espera um crescimento de 0,9% este ano, mais do que o esperado anteriormente, mas cortou a projeção do próximo ano para 0,2%.

João Silvestre (www.expresso.pt)
13:00 Terça feira, 13 de julho de 2010
A instituição liderada por Carlos Costa está mais pessimista em relação à evolução da economia portuguesa em 2011
A instituição liderada por Carlos Costa está mais pessimista em relação à evolução da economia portuguesa em 2011
André Kosters/Lusa

O Banco de Portugal (BdP) está mais pessimista em relação à economia portuguesa no próximo ano. No Boletim Económico de Verão ontem divulgado, o banco reviu em alta a estimativa de crescimento de 0,4% para 0,9% este ano mas cortou a projeção do próximo ano de 0,8% para 0,2%.

Ou seja, Portugal vai viver em 2011 apenas duas décimas de ponto percentual acima da linha de água. No documento, o banco frisa mesmo que "as atuais projeções têm subjacente uma forte desaceleração da economia portuguesa já a partir do segundo semestre de 2010 e que se acentuará em 2011".

Para a desaceleração da economia vão contribuir, entre outras coisas, o esforço de consolidação orçamental que visa levar o défice aos 3% do produto interno bruto em 2012 e o aperto no crédito que condiciona os gastos das famílias e das empresas.

O BdP não faz previsões para a taxa de desemprego mas prevê uma quebra no emprego de 1,1% este ano e de 0,3% em 2011, o que aponta para um agravamento da taxa como tem sido sugerido por diversas previsões, incluindo o próprio Governo no Relatório de Orientação da Política Orçamental conhecido na semana passada.

A revisão em alta para o crescimento em 2010 está relacionada, explica o BdP, com os resultados melhores que o esperado na primeira metade do ano, embora as perspetivas para o futuro sejam agora menos animadoras. E, na análise aos riscos, o banco sublinha mesmo que é mais provável o crescimento ficar abaixo destas projeções do que acima.

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E por que abranda?
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 13:51 | Terça feira, 13 de julho de 2010

Externamente depende da taxa de juros em alta por causa de dívida externa crescente... E internamente da mediocridade dos partidos políticos..

Assim .. Não há trazeiro que aguente...
 
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Constâncio era mais benévolo
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 14:21 | Terça feira, 13 de julho de 2010
Isto é : metia mais água na avaliação da Governação Socialista.
 
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    Re: Constâncio era mais benévolo    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 15:00 | Terça feira, 13 de julho de 2010
    A Soberania e o Respeito Internacional    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 15:14 | Terça feira, 13 de julho de 2010
BdP mais pessimista? Pudera...
Press (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 14:29 | Terça feira, 13 de julho de 2010
O governo não tem a coragem de cortar no essencial, i.e. despesa pública corrente, adoptando apenas medidas de mera cosmética em termos do controlo da despesa pública.
Não é por isso de admirar que a qualidade da dívida pública portuguesa se agrave de dia para dia pondo ainda mais em causa a capacidade do país de se endividar no exterior. Assim sendo são esperadas ainda maiores subidas nos credit default swaps e logo nas taxas de juro relativas a futuras emissões de dívida pública colocadas no exterior. Existe um credit squeeze crescente em Portugal com as taxas de juro para a empresas e particulares a subirem significativamente, penalizando o investimento e consumo interno num contexto de grave recessão económica. Todos nós estamos a pagar pelos erros grosseiros e falta de coragem na política económica, fiscal e orçamental dos sucessivos governos, culminando nos quase oito anos de governo Sócrates. Mais uma vez serão os mesmos a pagar a pesada factura. Bem disse ontem Hernâni Lopes que seria necessário cortar claramente sem paninhos quentes, mesmo em termos da massa salarial, como fez a Irlanda com o seu pragmatismo anglo saxónico. Só que em Portugal o governo continua numa espécie de alheamento da realidade tal qual Alice in wonderland...
 
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    Re: BdP mais pessimista? Pudera...    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 14:57 | Terça feira, 13 de julho de 2010
Última hora...
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 9:00 | Quarta feira, 14 de julho de 2010
Perito judicial iliba Sócrates no Freeport (JN)
Uma perícia no âmbito da investigação do caso Freeport concluiu ser "aceitável" e "compreensível" a aprovação, em tempo considerado curto, do projecto daquele centro comercial em Alcochete, após dois pareceres negativos na avaliação de impacto ambiental
 
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O novo governador preconiza a contenção salarial?
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 9:05 | Quarta feira, 14 de julho de 2010
E o vencimento dele continua a ser o mesmo do Constâncio que ganhava mais que o seu homologo na Reserva Federal dos EUA?...aukistuxego...
Nota: Eu não percebo nada disto, mas todos os dias me tiram um ou dois pontos. Tem dias. Ou é 1 ou 2. aukistuxego...
 
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Apesar de tudo
tocaafalar (seguir utilizador), 2 pontos , 19:01 | Quarta feira, 14 de julho de 2010
Isto é tudo uma falácia, o Governador do Banco de Portugal em vez de andar a olhar para os números porque é que não olha para a entrevista que Sócrates deu ao Finantial Times?
Afinal, nenhum outro país na UE foi tão reformista, nos últimos 5 anos como o nosso.
Será que as reformas foram todas feitas ao contrário? Só posso depreender isso..ou das duas uma.
- O Primeiro Ministro fala para se ouvir a ele próprio e já ninguém passa cartão ao que ele diz.
- O Governador do Banco de Portugal, nos números que andou a analisar, não encontrou o efeito das reformas únicas e ímpares, feitas por Sócrates nos últimos 5 anos
 
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Deixei-se de historias e apostem nas PME's
rogerCDS (seguir utilizador), 1 ponto , 18:07 | Terça feira, 13 de julho de 2010
As PME's podem salvar este país, senão vejam os grandes problemas que nos trouxeram os Centros Comerciais.
Este link que aqui vou colocar é uma forma de mostrar que mesmo num programa de talk show com um sentido critico mas levado pela brincadeira conseguem mostrar bem os problemas deste país.
Vejam o video:
http://www.youtube.com/wa...
 
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Claro que a culpa é sempre dos outros
turrican (seguir utilizador), 1 ponto , 20:32 | Terça feira, 13 de julho de 2010
Abranda porque os Portugueses se endividaram demais!

Eu não tenho creditos, mas por causa de tiques de novo-riquismo dos outros, também eu vou ter que pagar + impostos.

 
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!
Desiludido... (seguir utilizador), 1 ponto , 23:42 | Terça feira, 13 de julho de 2010
É tudo conversa. O desemprego vai baixar. Palavra de primeiro ministro. Aqueles que têm duas e três reformas e ainda estão no activo vão prescindir delas. Aqueles que lhes caíu uma reforma choruda em cima sem saber de onde veio, como foi o caso de Manuel Alegre, também vão prescidir dela. O País está no bom caminho!!!
 
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ABRANDAR!!????
josilnor (seguir utilizador), 1 ponto , 23:56 | Terça feira, 13 de julho de 2010
NO PONTO EM QUE ISTO ESTÁ, AGORA VAI SÓ DE MARCHA ATRÁS!!!!
 
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PIOR ?
José veloso (seguir utilizador), 1 ponto , 0:07 | Quarta feira, 14 de julho de 2010
Quem escreve este artigo é um ser revoltado com os doutores, politisos magistrados e advogados, uma vez que já conheceu o buraco negro da fome e das necessidades de variada espécie, pois não desejo aos animais vádios que passem por aquilo que chamo de minha vida, tudo derivado da ganacia dos doutores das universidades, ou seja nelas formados. A GANANCIA, A EXPLORAÇÃO, A VAIDADE, A PREPOTÊNCIA, ETC. ETC. isto é o que se ensina nas universidades, em ves de ensinarem a SIMPLICIDADE. Que Deus não os bafeje tambem com a fome, mas a nenhum.
 
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Ou cortamos o salario medio em 20% ou nao vamos la
manuelaferreiraguede (seguir utilizador), 1 ponto , 11:45 | Quarta feira, 14 de julho de 2010
O problema nao sao as horas de trabalho, as leis laborais, os feriados ou os meses de licenca de maternidade... Quanto a justica, ela pode e deve melhorar, tal qual a educacao e a redistribuicao do bolo da riqueza nacional... Mas tal e qual estao as coisas, temos que ganhar muita competitividade e isso nao se ganha cortando no que menos doi... Inflelizmente, ou siamos do euro para desvalorizar fortemente e rapidamente os salarios ou temos que os cortar em termos reais estando no euro e isso é duro mas é a única coisa que nos resta para safar o pais.
 
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