25/05/2012 atualizado às 0:46
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Economia paralela cresceu e vale quase 1/4 do PIB

O peso da economia não registada atingiu 42,7 mil milhões de euros em 2010 e deverá crescer em 2011, face ao aumento dos impostos e do desemprego

10:01 Segunda feira, 16 de janeiro de 2012
Em 2011, o peso da economia não registada deverá ultrapassar os 25% do PIB
Em 2011, o peso da economia não registada deverá ultrapassar os 25% do PIB
Nuno Botelho

Um estudo da Faculdade de Economiia da Universidade do Porto (FEP) revela que a economia paralela valia 24,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, o que equivale a um crescimento de 2,5% em relação ao ano anterior. 

Em 2009, o Índice da Economia Não Registada (ENR) representava 24,2% do PIB. Desde 1970 o crescimento foi de 15,5%, quando a economia paralela valia 9,3%.

Na origem do crescimento está o maior peso dos impostos diretos e indiretos e das contribuições para a segurança social.
"A ENR como percentagem do PIB registou no primeiro trimestre de 2010 cerca de 0,68% no sector agrícola, 5,9% na indústria e 17,6% nos serviços", refere o estudo.

ENR poderá ultrapassar os 25% do PIB


Óscar Afonso, professor da FEP e autor do estudo, disse ao "Expresso" que o peso da economia não registada poderá ultrapassar os 25% do PIB, face ao "aumento dos impostos indiretos, aumento do desemprego e aumento do consumo do Estado", mas sublinha que tudo dependerá do comportamento de todas as variáveis.

O estudo da FEP avalia a influência da carga fiscal, da carga de regulação, da evolução do mercado de trabalho e do seu impacto em indicadores monetários.

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Acabar com os candongueiros !
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 12:47 | Segunda feira, 16 de janeiro
Seja na economia,seja na politica.
 
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    Re: Acabar com os candongueiros !    Ver comentário
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:54 | Segunda feira, 16 de janeiro
    Re: Acabar com os candongueiros !    Ver comentário
Buma (seguir utilizador), 1 ponto , 14:06 | Segunda feira, 16 de janeiro
    Re: Acabar com os candongueiros !    Ver comentário
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:59 | Segunda feira, 16 de janeiro
Economia paralela?
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:49 | Segunda feira, 16 de janeiro

Circuitos abertos de fuga aos impostos...

e circuitos fechados de confiscação de impostos por via de buracos, crateras, BPN,s BPP,s....

Pagar impostos sabendo que são deleite de priviligiados e corruptos...

só de tolos...ou dos que não podem fugir...

e não me venham falar de ética que esta não vai à mesa deles!
 
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Economia paralela cresceu e vale quase 1/4 do PIB
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:52 | Segunda feira, 16 de janeiro
Aviação: easyJet contrata trabalhadores portugueses
Responsável da transportadora disse que, para os tripulantes de cabine, requisito essencial é falar português

Cerca de 60 dos 100 trabalhadores que a easyJet vai contratar para a base que vai abrir no aeroporto de Lisboa em Abril já estão a receber formação, disse o director ibérico da companhia aérea.

«Abrimos há uns meses o processo de recrutamento, tanto de tripulantes de cabine como de pilotos. Temos já cerca de 60 pessoas a fazer os cursos de formação e uma grande maioria é portuguesa», afirmou, em entrevista à Lusa, o director da companhia de low cost.

Javier Gándara afirmou ainda que, para os 100 trabalhadores que vão ser contratados, serão «feitos contratos locais», ou seja, os impostos e a Segurança Social dos portugueses vão ser pagos em Portugal.

É já a partir de Abril que a easyJet vai ter a funcionar, no aeroporto de Lisboa, a sua base em Portugal. Inicialmente, a companhia aérea vai instalar-se no Terminal 2 da Portela, enquanto aguarda a conclusão de um estudo que será elaborado por um grupo de trabalho e que vai definir a localização definitiva da base num outro aeroporto.

Com a abertura da nova base, a companhia britânica vai estabelecer cinco novas rotas a partir de Lisboa - Amesterdão, Copenhaga, Bordéus, Veneza e Astúrias ¿, que se vão juntar às 16 já existentes.
Cont.
 
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    Re: Economia paralela cresceu e vale quase 1/4 do    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:54 | Segunda feira, 16 de janeiro
Causa ou consequência?
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:50 | Segunda feira, 16 de janeiro
Numa sociedade em que a maioria está “agarrada” à teta do Estado, com o garantismo que isso proporciona, não faltarão os gritos de indignação. Não vale a pena pensar-se que com mais fiscalização a “coisa” muda. Os países com pena de morte para traficantes de droga, não os eliminam. Tornam-nos simplesmente mais fortes, mais agressivos.

A actividade informal não é a causa da nossa situação e sim consequência da mesma. Os impostos desmesurados, o desemprego e a amoralidade dos servidores do Estado. Exemplos como a “decoração” do gabinete de José Magalhães, garantem-nos o desrespeito desta gente pelo nosso dinheiro. Esquecem-se que o “silo” se enche com milhões de grãos esmifrados aos contribuintes.

E mostra também que o uso do poder de Estado “transforma” o indivíduo. Que o acesso e movimentação de milhares de milhões, fá-los desprezar, pela “insignificância, valores inacessíveis à maioria da população.

E o pressuposto que: se todos pagarem todos pagam menos, choca-se com a ideia prevalecente que se todos pagarem o Estado gasta mais… e com ele próprio. A economia informal de sobrevivência é impossível de eliminar, precisamente por isso… por ser de sobrevivência.

Podem fazer o combate com a fiscalização, mas a melhor arma será a moralização do “regime”. Dizer a “esses” senhores a quem concedemos o privilégio de nos dirigirem que: comprarem uma flor para jarra do gabinete, se não for com dinheiro deles é abuso de confiança.

A situação do país assim o exige
 
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    Re: Causa ou consequência?    Ver comentário
zéXXI (seguir utilizador), 1 ponto , 15:06 | Segunda feira, 16 de janeiro
    Re: Causa ou consequência?    Ver comentário
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:16 | Terça feira, 17 de janeiro
O meu contributo para a economia paralela.
JJFF (seguir utilizador), 2 pontos , 14:40 | Segunda feira, 16 de janeiro
Aos fins-de-semana costumo dedicar uma parte do meu tempo a cultivar umas hortaliças dando assim o meu modesto contributo à economia paralela. Prometo continuar para depender menos da economia institucionalizada (supermercados). Recomendo a quem puder, que faça o mesmo, pois também com esta economia fazemos Portugal depender menos das importações.
 
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Faltam detalhes do estudo
poiz (seguir utilizador), 2 pontos , 15:20 | Segunda feira, 16 de janeiro
"A economia paralela abrange várias áreas, desde a produção ilegal e actividades criminosas, à produção para autoconsumo, incluindo também a produção não contabilizada por falhas estatísticas."
Eu tenho sempre algumas reticências sobre estes estudos, pois aferir valores que não são medidos, estamos sempre no campo das aproximações.
Uma coisa é certa: quando se procura o serviço de um canalizador (por ex.) e nos diz que se quisermos com factura temos de pagar o IVA, é natural que um particular opte semprepela solução mais barata. È que são 23%!
 
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Ora aqui está uma boa oportunidade...
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 16:12 | Segunda feira, 16 de janeiro
... para a Inspecção de Finanças mostrar serviço.

Se todos pagarem, todos pagaremos menos!

... mas não esqueçam os salários vergonhosos dos políticos e seus compadres e como eles são obtidos.

A tal "transparência", a tal "verdade"!
 
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É aqui que se deve atacar!
peixedaprrecefice (seguir utilizador), 1 ponto , 12:25 | Segunda feira, 16 de janeiro
Não é asfixiando as empresas e cidadãos cumpridores.
Não é solicitando a devolução, para amanhã, daquilo que erradamente foi entregue aos cidadãos.

A economia paralela é um cancro. Ou se ataca e elimina, ou somos nós os eliminados.
Já agora, reveja-se a quase "paralela" tributação fiscal da Banca.
A Economia agradece.
 
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    Re: É aqui que se deve atacar!    Ver comentário
JoséPinto73 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:20 | Segunda feira, 16 de janeiro
Economia paralela cresceu
WebLogs (seguir utilizador), 1 ponto , 15:01 | Segunda feira, 16 de janeiro
Desde de qundo é que as pessoas sérias (quem trabalha) têm que alimentar os parasitas? As carraças devem ser atiradas para a fogueira.
 
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Ladrão que rouba ladrão...
mimp (seguir utilizador), 1 ponto , 15:50 | Segunda feira, 16 de janeiro
Todo o dinheirinho que pago de impostos é-me arrancado penosamente! Dói! Não vejo qualquer tipo de retorno. Sinto que o Estado não me serve, como devia, e está cá para se servir… Rouba-me. Pago Segurança Social com a total convicção de que não irei ter reforma. Pago impostos e vejo uma Justiça inexistente, uma educação cada vez pior, enfim, que o dinheiro que EU trabalhei para ganhar não é aplicado onde devia. Não vou dizer que apoio a economia paralela, mas compreendo-a perfeitamente!!!! Dar dinheiro aos nossos governantes (para quem austeridade é ter 6 motoristas em vez de 14), para eles se governarem a eles, em vez de governarem o país, revolta qualquer um!
 
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42,7 mil milhões. Isto é que são certezas.
leitura (seguir utilizador), 1 ponto , 18:36 | Segunda feira, 16 de janeiro
“O peso da economia não registada atingiu 42,7 mil milhões de euros em 2010 e deverá crescer em 2011, face ao aumento dos impostos e do desemprego.”
.
A primeira coisa que me vem à cabeça é que os malfeitores já não são o que eram. Agora andam a ficar com os registos da quantidade de dinheiro que não declaram (cuidado, que se o fisco descobre esses registos... é funeral pela certa. Andam sedentos...) e, pior, bufam tudo à Faculdade de Economia do Porto. Já não há ética...
Até já houve alguém que fez as contas e disse que podia pagar a dívida portuguesa. Hum, será que há por aqui alguma encomendada?... ou será uma necessidade de espremer ainda mais?
Lá vêm os governantes aumentar a chulagem do pessoal para dar à máfia financeira.
 
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