Na altura em que conseguiu reunir três mil assinaturas para forçar um Congresso extraordinário do PSD, Pedro Santana Lopes jura que não será candidato mas rejeita ser chefe de cerimónias.
Vê o partido "completamente destroçado" e conta com o Congresso para tirar candidatos da toca. "Um líder tem de ter coragem e as directas ajudam a disfarçar", afirma em entrevista ao Expresso.
Diz que Passos Coelho "ainda é uma carta por tirar", acha Paulo Rangel inexperiente e simpatiza com Aguiar Branco. Quanto a Marcelo Rebelo de Sousa, diz que "tem que voltar a fascinar-se pelas lides partidárias".
Entrevista de Santana Lopes
Actualização de texto publicado na edição do Expresso de 16 de Janeiro de 2010.