25/05/2012 atualizado às 0:46
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E se todos os Citroën fossem assim?

Maioritariamente dirigido a um público jovem, o novo Citroën DS3 que afirmar-se como um modelo "anti-retro" e alternativo, a meio caminho entre os segmentos B e C. Clique para visitar o canal Life & Style.

Alexandre Coutinho, em Paris* (www.expresso.pt)
17:32 Quinta feira, 11 de fevereiro de 2010
O novo Citroën DS3 personalizado
O novo Citroën DS3 personalizado

A Citroën quer oferecer ao cliente a possibilidade de conceber o visual do automóvel que vai comprar. O conceito dá pelo nome de co-design e é aplicado no novo modelo DS3, que a marca francesa acaba de apresentar em Paris. "Criámos diversos grupos de reflexão e os nossos estilistas foram buscar inspiração às tendências do quotidiano para escolher a multiplicidade de padrões disponíveis com o DS3", explica Sophie le Roi, uma das responsáveis pelo projecto.

Embora não possam "mexer" nas componentes estruturais do automóvel, os clientes do Citroën DS3 poderão configurar a cor da carroçaria, bancos e tejadilho a partir de uma palette de 38 cores, 12 tipos de jantes, oito tipos de acabamentos no tablier e sete punhos de alavanca de velocidades. São sete, os temas propostos, os quatro primeiros logo no lançamento: Maori (espírito "tatuagem"), Zebra (espírito "étnico"), Onda (espírito "boas vibrações"), Daisy (espírito "fashion"), Co-Design (espírito "Art Work"), Map (espírito "Paris night") e Plane (espírito "Nice Warrior").

No futuro, a mesma responsável admite que o cliente possa pedir para aplicar no tejadilho um desenho da sua autoria. Concorrente do novo Mini, do Alfa-Romeo Mito e do Fiat 500, o DS3 quer afirmar-se no mercado "como uma escolha moderna, inovadora, radical e anti-retro, a contra-corrente da nostalgia", frisa Jean-Baptiste Thomas, director de comunicação da Citroën.

Modelo criativo e radical


A criatividade surge nos principais traços do DS3, como o tejadilho aparentemente flutuante (que pode receber quatro cores distintas da carroçaria), o pilar central em forma de barbatana de tubarão em sentido invertido e uma traseira tipo carrinha. A dianteira é agressiva e radical, sublinhada pelas conchas laterais que abrigam luzes LED diurnas. Os espelhos exteriores e as embaladeiras podem ser coloridas ou cromadas.

Por outro lado, o Citroën DS3 destaca-se pelo tratamento estilístico e pela escolha de materiais e revestimentos: couro perfurado que se declina em três cores, superfícies cromadas ou da cor da carroçaria. Se todos os seus modelos fossem construídos assim, a Citroën seria uma marca premium.

Com 3,95 metros de comprimento, 1,71 metros de largura e 1,45 metros de altura, as dimensões exteriores do DS3 colocam-no entre os modelos mais compactos do seu segmento, conferindo-lhe uma silhueta dinâmica. No interior, este modelo da Citroën oferece lugares para cinco adultos (de preferência, não muito avantajados nos bancos traseiros). O tablier está sobrelevado para privilegiar o espaço para as pernas ao mesmo tempo que os bancos finos e o estilo da traseira favorecem o espaço atrás.

O condutor pode ajustar o volante de pequeno diâmetro (36,3 cm) à sua posição de condução, beneficiando igualmente de um banco envolvente regulável em altura e profundidade. As dimensões da bagageira (285 litros) e do porta-luvas (13 litros) são superiores aos veículos da concorrência mais directa.

A pensar no ambiente


Com cinco motorizações EuroV, cujo nível de emissões de CO2 começa nos 99 gramas por quilómetro percorrido, o Citroën DS3 está em linha com as exigências ambientais. Em ciclo misto, os níveis de emissões dos motores diesel HDI, de 110 e 90 cv, são inferiores a 115 gramas por quilómetro percorrido, enquanto os motores a gasolina, de 155, 120 e 95 cv, se situam entre os 136 e os 160 gramas de CO2 por quilómetro.

Na versão ensaiada nas ruas, estradas e autoestradas da região de Paris, o DS3 THP (155 cv) revelou-se à altura das características enunciadas pelo construtor. O prazer de condução é optimizado pelo trabalho de afinação do chassis (rebaixado em dois centímetros relativamente ao Citroën C3) e dos eixos, do tipo pseudo MacPherson à frente e travessa deformável atrás.

A flexibilidade e amortecimento também foram afinados, assegurando um bom controlo dos movimentos da carroçaria e uma boa estabilidade das trajectórias, que se uma sensação de controlo do veículo. A direcção é precisa e permite ao condutor colocar as rodas exactamente onde deseja, independentemente da velocidade. Para Vincent Besson, director de produtos e marcas no grupo PSA Peugeot Citroën, "conduzir o DS3 é como ter as rodas na ponta dos dedos".

*O jornalista viajou a convite da Citroën

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Citroen
pamaga (seguir utilizador), 1 ponto , 10:33 | Sexta feira, 12 de fevereiro de 2010
Estou muito ansioso para ver este modelo ao vivo.
 
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    Re: Citroen    Ver comentário
James F. (seguir utilizador), 1 ponto , 14:39 | Sexta feira, 12 de fevereiro de 2010
E se todos os Citroën fossem assim?
still (seguir utilizador), 1 ponto , 14:28 | Domingo, 14 de fevereiro de 2010
Felizmente não são.
O design até é simpatico.
Depois é mais casaco menos casaco sobre as mesmas mecanicas. Nada de novo.
Quando ao eventual co design, nada que outras marcas já não façam há muito tempo exceptuando a eventual treta do tejadilho com desenho do cliente.
Enfim, as marcas descobriram o nicho do nicho e enquando vão dando que falar, ha sempre uns papalvos que compram mais caro o mesmo produto em embalagem diferente.
Enfim o que interessa é mesmo a imagem, o resto...
Sinal dos tempos...
Cumprimentos
 
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Fiquei
xadrez (seguir utilizador), 1 ponto , 1:59 | Segunda feira, 15 de fevereiro de 2010
adepto desta marca desde que adquiri, já no longínquo ano de 1989, um BX. O seu conforto, proporcionada pela suspensão hidropneumática, era inigualável. Por várias razões, nunca mais fui possuidor de qualquer modelo da marca do "double chevron", mas relembro com saudade esse maravilhoso automóvel que possuí. Em relação a este novo modelo acho-o bastante apelativo, e espero ler, assim que for possível, numa qualquer publicação da especialidade um ensaio pormenorizado.
 
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