24 de abril de 2014 às 17:08
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E quem brilhou foi o artista do Santos... de Laguna

Não há duas sem três: Brasil volta a perder final olímpica do futebol (1-2). Com pouco Neymar, o prodígio do Santos, e muito Oribe Peralta, avançado do Santos de Laguna que bisou. Hulk entrou, marcou mas não foi a tempo de ser Santo.
Bruno Roseiro (www.expresso.pt)
E quem brilhou foi o artista do Santos... de Laguna

Pela boca morre o Peixe. Ou neste caso, os Peixes: Neymar e Ganso. A dupla maravilha do Santos era a maior esperança brasileira para acabar com o jejum de títulos olímpicos do futebol. Mas não há duas sem três - o México ganhou por 2-1, com um bis de Oribe Peralta, um avançado do Santos de Laguna que aos 26 segundos já tinha marcado ao primeiro. Hulk entrou aos 58 minutos, reduziu nos descontos mas não foi a tempo de ser... Santo.

É o que dá andar com a cabeça no ar, a atirar foguetes antes da festa. Durante o dia, o bar Tigertiger juntou dezenas e dezenas de turistas que passeavam na zona de Picadilly e paravam para ver o mini espetáculo de samba à porta. Mais à frente, umas raparigas entregavam pequenos papéis que promoviam o encontro dos 'canarinhos' e uma série de promoções de cervejas. Porquê? "Hoje é dia de festa, vamos ganhar o ouro". Por volta das 17h, quando acabou o encontro, apanharam apenas as canas.

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E foi também pelo ar que o Brasil sentiu mais dificuldades, com cada bola parada dos mexicanos a funcionar como oportunidade de golo para gáudio do muito público que se deslocou a Wembley. Mano Menezes, o treinador, andava de um lado para o outro a protestar com árbitros e jogadores mas agora terá de lidar com um problema maior: os protestos dos críticos que ainda antes dos Jogos já pediam a sua cabeça.

Parada de estrelas sem brilho


Neymar, Ganso, Leandro Damião, Thiago Silva, Marcelo, Pato, Lucas, Rómulo, Rafael. A equipa do Brasil era uma autêntica parada de estrelas que despachava todos os adversários com 'chapa três': 3-2 ao Egito, 3-1 à Bielorússia, 3-0 à Nova Zelândia, 3-2 às Honduras, 3-0 à Coreia do Sul. Hoje, o máximo que conseguiu foi reduzir a desvantagem, já nos descontos, pelo suplente Hulk (que substituiu Alex Santos, enquanto Danilo sem saiu do banco).

O México conseguiu a primeira vitória na competição, ao passo que o Brasil perdeu a terceira final, após o 0-2 com a França em 1984 e o 1-2 com a União Soviética em 1988. Será que em 2016, quando receber as Olimpíadas no Rio de Janeiro, consegue fugir a este fado? 

Comentários 4 Comentar
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E VAI MAIS UMA!!
Fartei-me de dizer que o Brasil era só mania e Hulk! " O IMPARÁVEL ah!ah!ah!!!!
Fiquei feliz porque a verdade foi reposta! Quando assim é....!
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