25/05/2012 atualizado às 0:46
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e-Learning: A universidade de bolso (vídeo)

Sofia Cavaco tem 32 anos, trabalha, e optou por fazer uma segunda licenciatura, desta vez online. Saiba como os computadores portáteis, os telemóveis e as redes sociais permitem cada vez mais que se ande com a universidade no bolso.

12:38 Sábado, 9 de janeiro de 2010

Estudar em qualquer parte do mundo a partir de um computador ou até de um telemóvel é uma das maravilhas do e-learning. Além dos reduzidos custos, a liberdade de estudo e a flexibilidade de horários aliciam cada vez mais estudantes. Talvez por isso muitas universidades tradicionais estejam a abrir portas ao mundo, integrando o e-learning no seu leque de cursos e recorrendo às tecnologias disponíveis na Internet. "As tendências da Web vão no sentido das redes sociais e da participação dos utilizadores, partilhando e comentando os recursos que estão à disposição globais, sem fronteiras e sem limites espaciais para os utilizadores, isso é que é hoje em dia a grande receita de êxito da plataforma, portanto o e-learning não pode estar fora dessa partilha e desse ambiente", garante Pedro Monteiro, Director-geral da Universia.

Uma rede global de e-learning


O responsável pelo portal das Universidades avança que fez um protocolo com o MIT (Massachusetts Institute of Technology) para dispor "de uma plataforma que permita aos utilizadores, às universidades e aos professores colocarem os recursos disponíveis na rede Universia para criar uma rede global de e-learning".

Andar com a universidade no bolso, disponível a qualquer hora e em qualquer lugar foi o que cativou Sofia Cavaco. Aos 32 anos, esta trabalhadora-estudante optou por fazer uma segunda licenciatura, desta vez via ensino à distância. Sofia afirma que "o online tem a vantagem de podermos estudar à nossa medida consoante as nossas necessidades, o nosso tempo, a nossa disponibilidade, se eu tiver de viajar, às vezes viajo, levo o computador ou mesmo com um telemóvel hoje em dia já podemos aceder, não é? E tem essa facilidade".

Sofia faz parte dos cerca de 10 mil alunos que optaram por fazer um curso na Universidade Aberta - a única instituição pública que em Portugal se dedica exclusivamente ao ensino à distância. "Os alunos têm acesso a uma plataforma de e-learning onde são criados espaços específicos para cada disciplina. Dentro de cada um desses espaços o estudante tem acesso a um conjunto de conteúdos, de actividades, de recursos e de orientações de um professor e fóruns onde pode discutir com os seus colegas, pode tirar dúvidas com o professor", explica Lúcia Amante, docente da Universidade Aberta. "Tudo isto se passa sem ser preciso haver simultaneidade de tempo e de espaço entre os diferentes intervenientes: entre estudantes e entre estudantes e professores" garante a docente.

Uma comunidade de aprendizagem virtual


Nesta verdadeira comunidade de aprendizagem virtual várias aplicações são colocadas ao serviço dos alunos que podem comunicar através do hi5, do MSN ou do Facebook, apresentar trabalhos em vídeo ou criar portfolios online. O Second Life também já foi testado como ferramenta de ensino em aulas e conferências. Apesar da formação online já representar uma boa fatia de estudantes universitários em alguns países europeus, em Portugal representa apenas 3% do ensino superior. A tendência é de crescimento e muitos falam da possibilidade do ensino online vir a tornar-se no ensino do futuro, mas também há quem discorde. Nuno Crato defende que "a universidade estritamente online vai sempre ter muitas dificuldades, é um modelo que pode funcionar como um recurso para quem não tenha outro sistema. Há pessoas que não podem ir para a universidade ou porque vivem longe ou porque querem tirar cursos que só existem noutros países. Para pessoas desse género uma universidade online é capaz de ser o melhor recurso. Mas pensemos sempre assim, é mais ou menos como namorar à distância, é melhor namorar directamente."

Com o interesse pelas novas tecnologias cada vez maior e com a expressão "cidadão do mundo" mais em voga, até onde irá a formação online? Poderá vir a ser uma ameaça real às universidades?

Na próxima semana no Falar Global

Rebreathers

Mergulho a grande profundidade

Veja na SIC Notícias:
  • Sábados: 10h30 e 14h30
  • Domingos: 18h30
  • Segundas-feiras: 01h00
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  • Quartas-feiras: 15h00

Desafio aos leitores e telespectadores do Falar Global

O programa "Falar Global" é um produto de grande adesão que ao longo dos tempos tem abordado na SIC Notícias - e agora também no site Expresso -, o papel das tecnologias na vida dos cidadãos. Essas repercussões têm tido o privilégio de contar com o interesse crescente de todos os que semanalmente nos acompanham, certamente consequência da geometria variável das múltiplas vertentes apresentadas, sempre de forma independente e critica.

Olhar em redor e sentir o pleno direito de participar na tão proclamada "Sociedade da Informação" não só é um direito mas também um dever de cidadania de todos pelo que aqui lançamos o convite: o envio de sugestões de temas que possam ser abordados no "Falar Global", sempre numa dimensão de base tecnológica, o denominador comum do programa.

Contamos consigo e acreditamos que através da sua colaboração, poderemos levar o "e-mail a Garcia", através do endereço: falarglobal@sic.pt

Clique no link em baixo para visitar o canal do programa no site da SIC
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felicidade (seguir utilizador), 1 ponto , 13:45 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
NÃO COMENTO! (Mas passo a palavra à "Homero") :
mais uma para o (des)governo!
E viva a embecilidade!
E vivam as/os doutoritos de meia tigela!
PALAVRAS??????
PARA QUÊ?????
 
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    Re: não    Ver comentário
JoãoG. (seguir utilizador), 1 ponto , 15:19 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: não    Ver comentário
felicidade (seguir utilizador), 1 ponto , 15:53 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: não    Ver comentário
felicidade (seguir utilizador), 1 ponto , 15:58 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: não    Ver comentário
certo iactu (seguir utilizador), 1 ponto , 13:16 | Domingo, 10 de janeiro de 2010
    Re: não    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 17:40 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: não    Ver comentário
A.Mary (seguir utilizador), 1 ponto , 17:25 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: não    Ver comentário
felicidade (seguir utilizador), 1 ponto , 17:34 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: não    Ver comentário
JoãoG. (seguir utilizador), 1 ponto , 19:05 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: não    Ver comentário
certo iactu (seguir utilizador), 1 ponto , 13:11 | Domingo, 10 de janeiro de 2010
Os embecis e as embecilas, são estes:
felicidade (seguir utilizador), 1 ponto , 17:38 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
Ligações perigosas
Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.
Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.
O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».
Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»...

(...)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão (...)
 
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    Re: Os embecis e as embecilas, são estes:    Ver comentário
certo iactu (seguir utilizador), 1 ponto , 13:20 | Domingo, 10 de janeiro de 2010
São novas oportunidades
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 18:32 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
Devem ser novas oportunidades universitárias.
Vamos ter cada vez mais licenciados de aviário, que depois não conseguem aceder ao mercado de trabalho.
 
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    Re: São novas oportunidades    Ver comentário
JoãoG. (seguir utilizador), 1 ponto , 19:12 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: São novas oportunidades    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 13:57 | Domingo, 10 de janeiro de 2010
    Re: São novas oportunidades    Ver comentário
certo iactu (seguir utilizador), 1 ponto , 17:57 | Domingo, 10 de janeiro de 2010
    3.= 1. +2.Re: São novas oportunidades    Ver comentário
Mearoz (seguir utilizador), 1 ponto , 15:05 | Domingo, 10 de janeiro de 2010
sem comentários
Joao Cruz (seguir utilizador), 1 ponto , 2:57 | Domingo, 10 de janeiro de 2010
um jornalista do expresso que se inscreva num curso e logo verá com os próprios olhos
 
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Que confusão e verbo desperdiçado...
antonius09 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:36 | Domingo, 10 de janeiro de 2010
Que confusão e verbo desperdiçado nos comentários a este artigo!
Todos os sistemas que aproveitando as novas tecnologias proporcionem meios mais eficazes e disponíveis a todos para promover a instrução das pessoas são obviamente bem-vindos. É mais uma das fases mais importantes da democratização do ensino e será quase de certeza mais eficaz do que a primeira que levou muita gente mal-educada especialmente no sentido de falta de hábitos de trabalho à escola levando-a ao ponto em que hoje se encontra. Alunos que querem e têm capacidade de progredir travados por outros que vão à escola porque sim, tem de ser, mas que nem t~em hábitos de trabalho, nem sabem o que querem, e frequentemente nem a mínima educação têm.
Em relação às filas de desempregados serem de gente formada prefiro-o às filas e emigração de analfabetos pois felizmente a percentagem de uns será cada vez maior e dos outros estarão em vias de extinção. Ponham os olhos nos emigrantes de leste. Em grande parte com uma boa instrução (superior) que se notava em tudo o que faziam fosse em que trabalhos fosse e especialmente no domínio linguístico. Os analfabetos estarão sempre muito piores sejam reais ou funcionais.
 
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Computadores e o ensino ..e/ou outras coisas....
Hom'Essa (seguir utilizador), 1 ponto , 5:06 | Terça feira, 12 de janeiro de 2010
Apesar do assunto acima nada ter -aparentemente- com o "magalhaes" o tal que tanta celeuma por ca levantou e que ainda "perturba" uns quantos mesmo que isso seja so plo rotulo do "made in", pensamos que uma das noticias da BBC de hoje sobre o tema "Pupils to get free home computers", devia ser "interessante" leitura para todos aqueles que disseram cobras e largartos contra o Governo Portugues por este ter tomado a iniciativa que tomou facilitando a distribuicao gratuita de computadores aos estudantes.Ja agora os politicos do PPD bem podiam tambem ler esta noticia da BBC News; http://news.bbc.co.uk/go/... Ali,para alem da noticia dando conta da decisao do Governo Ingles em distribuir gratuitamente computadores pelos alunos pobres, encontra tambem links para outras noticias como "Free lap top scheme is rolled out" ou para um outro link como.."Low-income homes to get net links". Ali, aqueles que fazem profisso de dizer mal de tudo quanto se faz por aqui ,-muitos deles "trabalham" nos jornais- talvez possam aprender umas quantas coisas e que,contrario ao que dizem, aquilo que aqui eles tanto vilipendiaram, e agora seguido por outros Paises, incluindo a Inglaterra.
 
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