Em 1995 começava um longo ciclo socialista durante o qual o país estagnou e se bateu orgulhosamente com o Haiti na performance económica. Com as teorias da cumplicidade estratégica mercado-Estado e dos centros de decisão nacional, o Estado, que foi sendo capturado pelo bloco central político-financeiro, bloqueou a concorrência, favoreceu os incumbentes, encantou-se com as PPP sem risco para os promotores, escolheu os vencedores (como tem acontecido na energia) e o país esqueceu-se dos bens transacionáveis.
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