25/05/2012 atualizado às 0:46

Duas centenas de professores reiteram suspensão da avaliação

Um grupo de presidentes dos conselhos executivos de escolas voltou hoje a defender a suspensão da avaliação.

21:33 Sábado, 7 de fevereiro de 2009

Duas centenas de presidentes dos conselhos executivos de escolas, que hoje reuniram em Coimbra, reiteraram o pedido de suspensão do modelo de avaliação, e afirmaram que não há dispositivos legais que obriguem a aplicá-lo.

"Na legislação publicada não figura nenhuma referência à obrigatoriedade de entrega dos Objectivos Individuais pelos docentes, nem à sua fixação pelo presidente do conselho executivo", afirmam num documento aprovado na reunião.

Entendem que os objectivos constantes no projecto educativo e no plano anual da escola são referência adequada, em si mesmo, à avaliação de desempenho docente".

"Consideramos não haver razão para alarme. Os objectivos e metas que estão definidos nos projectos educativos de cada escola serão sempre aplicados em termos de avaliação do desempenho docente, outra coisa seria até muito estranha", afirmou a porta-voz da reunião.

Isabel Le Gué, presidente do conselho executivo da Escola Secundária Rainha D. Amélia, de Lisboa, salientou que os docentes consideram que a sua avaliação deve ser feita, e que estes têm ideias sobre ela.

"Não nos pretendemos, naturalmente, substituir a quem de direito para elaborar um modelo, mas sabemos que estamos a perder tempo, e temos sugestões para que sejam introduzidos factores de relevância num modelo de avaliação que venha a ser justo, sério e credível, porque este não o é", acentuou.

Isabel Le Gué, sustentou que os professores entendem que a sua própria avaliação só faz sentido numa perspectiva de melhoria do desempenho, "e não podem estar a fazê-la sob formas de coação", que, na sua perspectiva, "são sublimares, às vezes".

Questionada sobre se presidentes dos conselhos executivos colocaram outra vez em discussão a possibilidade de se demitirem, a porta-voz do encontro afirmou que não o irão fazer.

"Hoje decidimos ter a coragem de não nos demitirmos. Não nos demitirmos de continuar a ter voz. É uma voz pequena, mas está a crescer, e é absolutamente necessária", afirmou.

Ao reiterar a defesa da suspensão do modelo de avaliação, afirmam que isso é "condição essencial para a defesa inequívoca da escola pública e da qualidade de ensino".

No documento, elaborado na reunião, participada por 212 presidentes de conselhos executivos, afirmam que "a base do desempenho das suas funções se rege por princípios de gestão democrática da actividade educativa das escolas".

"Não estando em causa a ofensa do quadro legal em vigor, sublinha-se que o cumprimento da tal dever não exclui, antes implica, a assunção do dever cívico de garantir o bom funcionamento das escolas no cumprimento de projectos educativos destinados à melhoria das aprendizagens dos alunos", sublinham.

O documento hoje aprovado será remetido à ministra da Educação, e para fazer expandir as suas razões pretendem solicitar uma audiência ao Presidente da República.

Igualmente lançaram o repto para que cada presidente "traga mais dois" à próxima reunião, para fazer crescer o movimento.

Na reunião de Coimbra, e em próximas reuniões, os presidentes pretendem ainda aprofundar a reflexão em torno da questão se devem ou não constituir uma associação.

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Professores pedem a suspenção?...
Lobocastanho (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 22:48 | Sábado, 7 de fevereiro de 2009
Cá voltamos nós com a mesma lengalenga… Nunca vi trabalhadores a fazer tantas revindicações junto do patronato como os professores. É incrível…
Valem-se dos saberes da retórica falada e escrita e não passam disso mesmo.
Por outro lado continuam a ter um comunista que só sabe incentivar a classe para: - greves, manifestações, protestos e vai para a mesas de negociações não concorda com nada, chega à rua e as palavras que sabe dizer é: - Isto é mais uma derrota para o governo, nós de maneira nenhuma queremos este modelo e apela aos professores que sejam determinados para que não entreguem as avaliações, queremos a suspensão deste modelo, etc., etc., etc. Já se viu tanta teimosia como esta classe e com este sindicalista de calças na mão, em Portugal…
Serão estes senhores democráticos? Será que estes senhores já alguma vez pensaram pôr-se na pele dos que por este país fora estão como desempregados e para arranjar um emprego com (avaliações todos os dias) mesmo fora da sua área, dariam algum por fora para arranjar emprego! Será que já surgiu na mente dos professores que, por causa da crise mundial também, estão sujeitos a vir para o olho da rua!
Tenho a certeza que estivessem no desemprego não andariam preocupados com as avaliações pelo contrário, aceitavam tudo e mais alguma coisa.
Parece que estão mais interessados nesta guerra de fazer palavras, dar e volta a dar, aos textos, manifestações, etc.
  Eu, no fim disto tudo só encontro uma ou duas palavras: - Não querem sujeitar-se a nada e só submetem-se às pressões (leia-se as páginas e noticiários dos jornais e Tv.), constantemente por um dirigente sindicalista que, para além saltar para as primeiras páginas dos jornais, está a manifestar um grande empenho para uma candidatura à Inter.
Alguém tem dúvidas? Eu não tenho.
 
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    Re: Professores pedem a suspenção?...    Ver comentário
Santropez (seguir utilizador), 1 ponto , 1:22 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    IRRA !!!    Ver comentário
donateresa (seguir utilizador), 1 ponto , 1:35 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: IRRA !!!    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:08 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: IRRA !!!    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 2 pontos , 11:16 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: IRRA !!!    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:20 | Sexta feira, 13 de fevereiro de 2009
    só faltava o Nogueira    Ver comentário
donateresa (seguir utilizador), 1 ponto , 2:20 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: só faltava o Nogueira    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:45 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    já não é o Nogueira ...    Ver comentário
donateresa (seguir utilizador), 1 ponto , 3:18 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: já não é o Nogueira ...    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 8:32 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: já não é o Nogueira ...    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 23:54 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    surreal ?    Ver comentário
donateresa (seguir utilizador), 1 ponto , 21:07 | Segunda feira, 9 de fevereiro de 2009
    Re: surreal ?    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:17 | Terça feira, 10 de fevereiro de 2009
    Re: só faltava o Nogueira    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 23:55 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: só faltava o Nogueira    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:31 | Quarta feira, 18 de fevereiro de 2009
    Re: Professores pedem a suspenção?...    Ver comentário
S. Garcia (seguir utilizador), 1 ponto , 20:31 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: Professores pedem a suspenção?...    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:29 | Sexta feira, 13 de fevereiro de 2009
Incompreenções de uma Classe
carlos 51 (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 0:25 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
Tudo se modifica, pareçe-me que não é para esta classe ! Faz sentido ser bom professor sem ser avaliado ? Ou estão todos ao mesmo nivel ? Como pode haver distinção perante os bons ou mesmo excelentes professores ? Todos nós fomos vítimas do sistema se há incompetência da parte dos alunos demonstra que algo falhou. Que esta classificação seja justa , isenta e credível para bem da classe e dignifique a educação que tanto careçe . Dar luta como a classe têm demonstrado, ficamos com a idéia da vunerabilidade dos seus dirigentes que não dignifica o ensino em Portugal .
 
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    Re: Incompreenções de uma Classe    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:11 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: Incompreenções de uma Classe    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:23 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
É necessário dizer a verdade sobre os professores.
qwepoi (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 8:39 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
Para começar é necessário dizer que o PS travou a avaliação existente quando há anos foi para o governo.
- No meu caso para passar para o 8 escalão, tive de apresentar provas escritas. Posteriormente fiz a sua defesa perante 2 júris, um deles presidido por um professor universitário. Fui interrogado durante mais de três horas.
- A avaliação desde aí passou a ser administrativa. Fazíamos uma acção de formação de uma matéria que dominávamos, com apresentação de trabalhos já realizados, e a entrega de uma folha A4 em que dizíamos que cumprimos tudo o que nos foi exigido durante o período avaliado.
- Quando me reformei há 4 anos o meu horário era de 10 horas efectivas na escola mais uma reunião mensal de hora e meia e não tinha aulas distribuídas à sexta.
- Nunca foi avaliado o meu trabalho com os alunos nem tive conhecimento que algum dos meus colegas o fosse.
- Desenvolvi o meu trabalho dentro da sala aula a meu belo prazer sabendo que ninguém iria pôr em dúvida o meu trabalho, mesmo que não cumprisse.
- Tinha toda a facilidade em faltar, ora antecipando dias de férias que sabia que nunca me eram descontados, ora por atestado médico em que havia o cuidado de avisar o CD que iríamos faltar por X dias. Nunca vi os alunos terem aulas de compensação pelas faltas dos professores.
- Tínhamos férias como nenhum trabalhador tinha.
- Nunca me senti pressionados por ninguém, éramos patrões de nós mesmos.
- Se o conselho executivo nos criasse algum problema, (quase sempre por não nos facilitarem mais a vida, nomeadamente nos horários) fazia-se uma campanha contra ele. Por experiência sabíamos que cederia pois queriam continuar no lugar. A maioria permanece no lugar imensos anos, o que eu acho que não é benéfico para as escolas.
E muito mais teria para dizer com a mesma gravidade do que está escrito acima.
Pela minha experiência entendo que a avaliação é necessária. Os melhores professores os que se dedicam aos alunos e à escola, têm que ser reconhecidos e valorizados.
Basta de baldas.
 
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    Re: É necessário dizer a verdade sobre os professo    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 11:40 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: É necessário dizer a verdade sobre os professo    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 23:45 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: É necessário dizer a verdade sobre os professo    Ver comentário
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 8:48 | Segunda feira, 9 de fevereiro de 2009
    É por causa de chulos como você que agora...    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 0 pontos , 23:22 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
Parabéns pela imparcialidade informativa.
Alfgo (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 17:42 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
PARABÉNS AO EXPRESSO PELA IMPARCIALIDADE INFORMATIVA.
Sou um apaixonado pela informação e delicio-me quando vejo peças bem escritas e de uma objectividade insuspeita.
Contudo, à medida que o ser humano evolui, vão sendo inovadas novas formas de isenção que aproximam a informação da imparcialidade absoluta. Penso ser o caso da manchete, "Duas centenas de professores reiteram suspensão da avaliação", que encabeça a notícia do encontro de PCE em Coimbra no dia 7 de Fevereiro.
Creio, porém, poder dar o meu modesto contributo para elevar ainda mais o vosso patamar da isenção informativa. Assim, e dado que considero o título desta notícia algo ambíguo, proponho que, em prol da isenção da notícia,
a manchete seja substituída por, "Duas centenas de cidadãos reiteram suspensão da avaliação". Mas, se a vontade de perfeccionismo for ainda maior, poderia mesmo ser, " Duas centenas de seres vivos reiteram suspensão da avaliação". Acredito que, aí sim, a objectividade informativa seria superlativa.
Parabéns!
 
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    Re: Parabéns pela imparcialidade informativa.    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 18:52 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
Avaliação de professores
armandex26 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:45 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
O exemplo destes professores, eleitos pelos colegas, é lamentável. Segundo consta a líder deste movimento, uma senhora de Coimbra, não se conforma com o facto de ter de fazer os objectivos para os colegas. Primeiro, com o cheiro nos votos, prometeu não os deixar sem rede. Agora manda-os irem ao Projecto Educativo. Isto impressiona os mais desatentos. Depois queixam-se que os pais querem mandar na Escola? Vão-se queixando e vão fazendo destas.
 
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Meus amigos tenham juízo..........?
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:41 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
O povo está farto, pos pais estão fartos das vossas querelas politicas, agora a guerra dos profs está-se a transformar numa batalha de experiências politicas ou seja um laboratório para futuras lutas e senão vejamos a ultima entrada na luta foi de Garcia Pereira secretário geral do MRPP depois super Mário do PCP, depois temos BE, depois temos Manuel Alegre, depois temos a JSD, depois temos os Anarquistas, depois temos o CDS em suma uma boa análise para os Sociologos e não só também para CG de Aposentações, não falei da Caixa Nacional de Pensões, não é por acaso é que aí era preciso trabalhar até aos 65 anos.
 
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    Re: Meus amigos tenham juízo..........?    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:49 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: Meus amigos tenham juízo..........?    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 11:46 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: Meus amigos tenham juízo..........?    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 23:41 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: Meus amigos tenham juízo..........?    Ver comentário
faro de cão (seguir utilizador), 1 ponto , 2:36 | Quarta feira, 18 de fevereiro de 2009
O ensino é muito mais que corporativismo
Liberto Dias (seguir utilizador), 1 ponto , 10:06 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
Após decadas de completa irresponsabilidade e um ensino à deriva com os resultados que se conhecem, os professores desejam continuar a pertencer à "casta dos intocáveis", chegando todos ao topo das carreiras...
Não os vejo preocupados com as taxas de abandono, a iliteracia ou o analfabetismo universitário....
Não parece logico que que qualquer Governo que pretenda pôr o ensino a funcionar permita que estes funcionários do Estado e outros sectores continuem sem ser avaliados pelos resultados que produzem.
O ensino é muito mais que as reivindicações corporativas.
 
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    Re: O ensino é muito mais que corporativismo    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 11:31 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: O ensino é muito mais que corporativismo    Ver comentário
Liberto Dias (seguir utilizador), 1 ponto , 13:01 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
    Re: O ensino é muito mais que corporativismo    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 14:45 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
Estranho título!
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 11:09 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009

"Duas centenas de professores reiteram suspensão da avaliação" - Título

"Duas centenas de presidentes dos conselhos executivos de escolas, que hoje reuniram em Coimbra, reiteraram o pedido de suspensão do modelo de avaliação, e afirmaram que não há dispositivos legais que obriguem a aplicá-lo."-- Lead

Estranho título da notícia para quem ler as primeiras linhas do texto...

Porquê este ?
Por traduzir melhor a realidade?
Por ter outras intenções?

Ficam as perguntas...
 
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Greve de 30 dias e malhar no ASS
Joao Cruz (seguir utilizador), 1 ponto , 11:14 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
somos maquinistas desta Nação ou não ?
vamos para a greve de 15 dias.
Vamos malhar no ASS, para ele sentir na pele o que é o prazer dos outros.
 
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Política educativa moribunda!
ameijoafresca (seguir utilizador), 1 ponto , 11:24 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
A poluição está entranhada,
há muito na nossa democracia,
pois, a política é cultivada
em terrenos de iliteracia.

O acessório prevalece
em imagens estilizadas,
o essencial empobrece
com políticas mal pensadas.

Confunde-se com facilidade
teimosia e persistência,
mas, a dura realidade
desmascara a prepotência.

A educação moribunda,
reflectindo o atraso nacional,
tamanha tem sido a “desbunda”
na política governamental.

Os níveis de cegueira
equivalem-se à respectiva desfaçatez,
já os conhecemos de ginjeira
a enganar o povo português!

O insulto é diário
para a mais simples inteligência,
esta política de “aviário”
tresanda à mais pura prepotência!

A propaganda da mudança,
toda ela brilhante,
não merece confiança
por ser tão delirante!

A prosápia destes “socialistas”,
enfáticos de sapiência,
são tudo menos especialistas
da arte da docência.

A razão da preocupação
é por demais evidente,
vigorosa é a contestação
contra uma política demente!

ameijoafresca.blogspot.com
 
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Ainda não se cansaram?
Sebastião da Treta (seguir utilizador), 1 ponto , 12:42 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
Ainda a bater na mesma tecla? Se não querem ser avaliados, demitam-se e dêem o lugar a outros que queiram trabalhar. O que não faltam neste país é professores e muitos deles andam por aí, a servir às mesas, quando poderiam fazer um trabalho muito melhor do que estes idiotas.

Acabou. E para deputado do PCP só existe um lugar, não existem mais.
 
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    Re: Ainda não se cansaram?    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 14:52 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
LUTA E ACREDITA
luta e acredita (seguir utilizador), 1 ponto , 13:46 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
CONCLUSÕES DA REUNIÃO DOS 212 PCE

in http://www.profblog.org/

tenho orgulho em ser professor.
 
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Professores pedem suspensão Avaliação
Toni 2 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:05 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
Esta Telenovela começa a cansar mesmo os mais resistentes. Eu nunca tive duvidas desde o início que o modelo proposto pelo Ministério é uma trapalhada e difícil de implementar no terreno e por isso houve já esse reconhecimento e a sua simplificação.É claro que quem nasce torno nunca mais se endireita.Por parte dos Sindicatos e nomeadamente dos Professores, se na verdade querem uma Avaliação, já é tempo mais que suficiente para terem apresentado uma alternativa credivel. Toda esta retórica á volta do caso é que já não convence ninguém. O que parece é que é para ganhar tempo e o mesmo ír passando e entretanto terminam as aulas e continuamos como dantes,quartel em Abrantes.
 
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Cambada de malandros...
ALMIRANTEMARINHAMERC (seguir utilizador), 1 ponto , 15:13 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
Os professores sempre foram uma classe privilegiada que, desde o tempo de salazar, fazem o que quer e lhes apetece. Querem três meses de férias; faltar às aulas sempre que lhes apetece; adoecer sempre que lhes apetece; ter tempo suficiente para darem aulas no ensino privado e explicações que é para terem três maminhas cheias de leite. Querem-se auto-avaliar para chegarem ao topo da carreira sem o merecerem. Enfim... quando o governo impuser as mesmas garantias de emprego aos funcionários públicos iguais aos do sector privado, então vamos ver como é que eles se comportam. Esta coisa de emprego para toda a vida tem de acabar. Esta recessão não passa por eles. O sector privado é que sofre e ainda por cima tem que manter os privilégios desta cambada de malandros.
 
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    Re: Cambada de malandros...    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 16:18 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
ainda a avaliação
S. Garcia (seguir utilizador), 1 ponto , 18:04 | Domingo, 8 de fevereiro de 2009
É pena que muitas pessoas continuem a bater na tecla de que "os professores não querem ser avaliados" e a reboque insultem e tentem denegrir estes profissionais.
    O problema não está na avaliação .A questão centra-se simplesmente no facto : " QUEM e COMO avaliar...O QUÊ "!!!
    Este modelo de avaliação não avalia o mérito e a qualidade do desempenho do professor na sua verdadeira missão...ENSINAR!
    Valoriza mais os parâmetros laterais à verdadeira função que deveria ser a dos verdadeiros PROFESSORES !
      É um emaranhado de itens que procuram ocupar as professores em tarefas puramente burocráticas retirando-lhes a atenção para o que devia ser a sua principal tarefa: o trabalho docente...o ensinar...ensinar bem!
      Um documento de difícil implementação que , pelos "remendos" a que foi já sujeito , se prova que foi feito sobre os joelhos com total desconhecimento da verdadeira realidade das nossas Escolas.
      Um processo que apenas vai sendo "cumprido", e mal...pela coação que este ministério tem exercido sobre os professores, principalmente os contratados...e cujos resultados irão ser meramente fictícios!
      Com tantos bons exemplos por essa Europa fora...foi preciso a senhora ministra ir buscar tais ideias estapafúrdias para aplicar à força no nosso País?
      E, por mais simplex que se torne... é como diz o POVO: o que nasce torto, tarde ou nunca se indireita!
      É assim que se melhora a EDUCAÇÃO ? É assim que se dignifica a ESCOLA PúBLICA?
      Jamais!
     
 
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