DSK citado num escândalo de proxenetismo
O nome do ex-diretor do FMI é de novo citado num escândalo sexual, agora envolvendo prostitutas e uma rede de proxenetismo que funcionava no hotel Carlton, em Lille, no norte da França.
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O caso é menos grave que os dois mais recentes em que Dominique Strauss-Kahn (DSK) esteve sob investigação, em Nova Iorque (primeiro) e Paris (depois). Em ambos, Dominique Strauss-Kahn era suspeito de tentativa de violação.
No mais recente destes casos, DSK apenas não foi a tribunal por o crime de agressão sexual, alegadamente cometido, em 2002, contra uma jovem escritora, ter entretanto prescrito.
DSK fala em "má-fé"
Agora, Dominique Strauss-Kahn vai ser ouvido como testemunha por o seu nome ter aparecido, citado por duas pessoas, como estando envolvido numa importante rede de prostituição em Lille. Este caso está a ser investigado há vários dias, envolvendo polícias, homens de negócios e advogados.
O ex-diretor do FMI e ex-favorito socialista para as presidenciais francesas do próximo ano é suspeito de ter participado em "partidas finas" com prostitutas fornecidas pela rede do hotel Carlton, em Lille e nos Estados Unidos, entre as primaveras de 2010 e 2011.
Num comunicado entretanto posto a circular DSK recusa todas as acusações, pede para ser ouvido rapidamente pelos juízes e diz estar a ser alvo de acusações de "má-fé".


