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Expresso

  • O céu como tecto

    Pobreza no Porto

    Pedro Neves

    José Luís, 38 anos, vive há vinte na rua. Dorme onde pode. Tem medo quando o vento bate forte durante a noite e agarra-se a uma imagem de Nossa Senhora de Fátima que encontrou no lixo.

  • 'Viver' numa sucata

    Pobreza no Porto

    Pedro Neves

    A história de uma família de três pessoas, obrigada a 'viver' num quarto forrado a chapas de zinco e madeira aprodrecida.

  • O estilhaçar do trabalho

    Pobreza no Porto

    Pedro Neves

    Têm idênticas proporções. Quando o desemprego aumenta arrasta com ele o desespero, a angústia e a frustração. Abílio Costa levanta-se às 7h e começa a procurar emprego. Está inscrito em 23 cursos técnico-profissionais. Há cinco anos que não consegue trabalho.

  • Pobre será sempre pobre

    Pobreza no Porto

    Pedro Neves

    Num dos mais problemáticos bairros da cidade do Porto, gente como a D. Zulmira vive com baixas reformas associadas a problemas de saúde e à vergonha de pedir fiado para sobreviver.

  • Uma vida numa barraca

    Pobreza no Porto

    Pedro Neves

    De Verão é um inferno. De Inverno, uma arca de gelo. As paredes são feitas com cartazes publicitários fora do prazo. O telhado é um amontoado de plásticos, madeiras podres, telhas velhas. Ali vive uma família de quatro pessoas.

  • Pobreza no Porto

    Pedro Neves, realizador e jornalista

    A partir desta semana o Expresso vai publicar um conjunto de vídeos de gente com habitações degradadas ou sem um tecto onde se abrigar. Pessoas doentes sem ninguém que as cuide. Desempregados de longa duração sem perspectivas de futuro. Solidão mergulhada no mais profundo desespero.